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quarta-feira, abril 20, 2011

Mensagem para a PÁSCOA

No final de cada ano recebo várias mensagens incitando a reflexão. Entendo! Afinal de contas é um ano inteiro que foi vivido. É o fim de mais um ano em nossas vidas que chega, também, como oportunidade para identificarmos erros e acertos; favorecendo assim que as escolhas para o seguinte ano sejam baseadas nos acertos. ;)
Pois é! Só que, penso eu, mais importante do que as reflexões acontecidas no findar de um ano, deve ser a reflexão do verdadeiro significado que possui a SEMANA PASCOAL. Ou seja, esse deve ser um momento, tão (ou mais) importante que o final do ano, para se viver “mudanças” baseada nos últimos ensinamentos de Cristo Jesus quando vivia seus últimos instantes como humano: *aceitação! *fé inabalável! *perdão!
Enfim, recebi essa mensagem abaixo - de um grande amigo: Geovar Poubel - e compartilho com você a oportunidade para ter um bom momento de reflexão.


"Na cruz, Jesus disse, amorosamente: - Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo (Lucas 23.34a).
Mesmo no sofrimento provocado por seus algozes, Jesus não pensa lhes administrar justiça. Tampouco espera que tomem a iniciativa de pedir perdão por sua violência, para, então, os absolver.
Jesus olha para eles e então dirige uma oração ao seu "Aba" (Pai). Nesta oração, pede perdão para aqueles que não sabiam a Quem matavam. A maldade deles vinha da ignorância. Sabiam que matavam, mas não sabiam a Quem matava. Jesus nos ensina que perdoar deve ser o verbo da nossa vida.
O perdão precisa ser unilateral e incondicional. Enquanto a gente esperar que o ofensor se humilhe, a inimizade continuará.
Você quer perdoar? Pare de olhar para quem o ofendeu. O rancor só fará aumentar.
Quer perdoar? Olhe para o Pai, que lhe perdoou.
E, se alguém tem dúvida que Jesus foi completamente humano, que ouça a sua palavra em aramaico, sua vida se extinguindo na cruz:

- Eli, Eli, lammá sabactáni? (Mateus 27.46).

Exangue impregnado do Antigo Testamento, a memória ainda guarda o salmo que aprendeu talvez na infância, que é o tempo de guardar poemas:

- Meu Deus! Meu Deus! Por que me abandonaste? (Salmo 22.1).

Se alguém se sente abandonado, Jesus é seu antecessor.
Seu grito é um brado de identificação.
Essa identificação do divino com o humano é uma palavra de conforto, quando lemos o resto do evangelho de sua vida. O Abandonado foi abandonado até o fim (porque o cálice da morte lhe foi servido), mas foi resgatado no fim, quando não havia mais esperança humana alguma.
Feliz é aquele que se identifica com Jesus em seu sofrimento.
Feliz é aquele que se identifica com Jesus em sua ressurreição.
O sofrimento faz parte da nossa história. A esperança também." (Geovar Poubel)

Pela ocasião, compartilho também esse vídeo.
Que Deus nos abençoe!
Boa Páscoa! :)



Um comentário:

cristina Ribeiro Blog disse...

Adorei este blog! Sou nascida em São José de Ubá, minha terra querida. Abraços.