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quinta-feira, abril 07, 2011

Falta de energia elétrica ... os pernilongos atacam.

Em relação a essa situação de acontecer falta de energia elétrica em São José de Ubá, a qual acaba proporcionando aos infernais pernilongos um enorme divertimento.
Bem, eis um produto (apresentado nesse vídeo) muito melhor do que o repelente. Com ele pode-se matar os pernilongos, e aproveitar a embalagem para... Vai-se saber se no meio da escuridão não vai aparecer algum outro bicho? Pois, com essa última falta de energia elétrica que teve na cidade, cheguei à conclusão que tudo pode acontecer - até um dinossauro aparecer! Sendo assim, com uma embalagem como essa a pessoa tem alguma chance de se salvar...


Se alguém descobrir onde compra esse produto me avisa.

quarta-feira, abril 06, 2011

Economizamos energia elétrica, colaboramos com o planeta...

Penso eu que a cidade de São José de Ubá pode servir como exemplo para o sentido de economizar energia elétrica, ajudando assim o planeta.

Porque penso isso? Simples! Essa noite passada (05-06/04), por exemplo, a energia elétrica foi embora (não sei para onde) por volta das 19h e só retornou às 3:45h (sem contar por onde andou). Ou seja, a cidade ficou sem energia elétrica praticamente umas 9h.

Pois é! Outras cidades deveriam ficar tanto tempo sem energia elétrica também. Assim, não ia nem precisar existir o projeto “hora do planeta”.

Além, não é nem tão complicado assim ficar sem energia elétrica, ou mesmo tudo o mais proporcionado por essa nobre descoberta. Afinal de contas, tem algumas aventuras muito dignas, e essa, por exemplo, é uma. Ou seja, acaba sendo bem legal passar um tempo como se estivesse vivendo séculos atrás, quando a única iluminação vista a noite era a luz de vela.

É isso aí... alguns anos que (graças a Deus) pertencem ao passado, quando São José de Ubá era distrito, se um cachorro fizesse xixi num poste faltava energia elétrica (bem, vou considerar como exagero essa do xixi do cachorro - ou não? Sei lá!). Mas, realmente, São José de Ubá quando era distrito possuía uma deficiência absurda em relação à energia elétrica. Só que o tempo passou, passou e passou, e ainda acontecem situações muito estranhas... Porque de quando em quando passar por essa situação de ficar sem energia elétrica durante horas-ssss. (????) Eis a questão!!

Paz e bem.

segunda-feira, abril 04, 2011

Passeio Ciclístico: ciclistas de Miracema em São José de Ubá

Nesse último final de semana a turma do Pedal Livre da cidade de Miracema-RJ, com a presença sempre marcante do amigo André Alvim, realizou um bonito passeio dentro da região Noroeste Fluminense-RJ. O passeio incluiu no percurso uma passagem pela cidade de São José de Ubá, onde os mesmos foram maravilhosamente bem recebidos pela amiga Monique Eccard.

Pois bem. A amiga Monique Eccard, além de complementar a alimentação, desses amigos viajantes, com um delicioso coffee break, serviu também como guia turística, apresentando alguns locais em São José de Ubá que tem o sentido de lazer para os ubaenses - com isso ela acabou oferecendo uma bela oportunidade para que a cidade fosse ainda melhor guardada na lembrança deles, como também na nossa :).

Assim, deixo aqui as fotos do momento que esses amigos ciclistas, do Pedal Livre da cidade de Miracema, passaram por São José de Ubá.



















As fotos para ver todo o percurso dessa viagem, tendo a oportunidade de ver o quanto de bacana se pode encontrar pela região Noroeste Fluminense-RJ, você visualiza clicando AQUI. :)

Na oportunidade a lembrança desse belo conceito:


“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver.” Amyr Klink