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segunda-feira, maio 04, 2009

Campeonato Carioca 2009: CAMPEÃO FLAMENGO (campeão DE NOVO)


Hino do Clube de Regatas do FLAMENGO
Uma vez Flamengo
Sempre Flamengo
Flamengo sempre, eu hei de ser
É meu maior prazer vê-lo brilhar
Seja na terra, seja no mar
Vencer, vencer, vencer
Uma vez Flamengo, Flamengo até, morrer
Na regata ele me mata,
Me maltrata, me arrebata
Que emoção no coração
Consagrado no gramado
Sempre amado, o mais cotado
Nos Fla-Flus é o 'ai, Jesus'!
Eu teria um desgosto profundo
Se faltasse o Flamengo no mundo
Ele vibra, ele é fibra
Muita libra, já pesou
Flamengo até morrer eu sou.
*****
Muito grata pela sua companhia, aqui, nessa comemoração:D
A propósito: É COMEMORAÇÃO DE NOVO - É importante esse destaque: DE NOVO!
Pois é...
Quer sentir a força da coisa?! Então diz com a sua voz tais palavras: COMEMORAÇÃO DE NOVO - de um tom, de voz, mais forte ao "DE NOVO".
Sentiu como sai gostoso da boca tais palavras?!?!... :D
ATÉ A PRÓXIMA ;)
PAZ E BEM
VITÓRIAS E COMEMORAÇÕES SEMPRE :)
Sandra Valeriote

sábado, abril 25, 2009

Turismo & Turista

Nessa publicação inicio deixando meus sinceros agradecimentos a equipe da arqueoturis - especificamente ao Paulo Gonçalves e Helena Coelho - que se encontra em Portugal.
Pois é, em meio a várias situações burocráticas, em relação ao trabalho desenvolvido para o excelente funcionamento da arqueoturis, eles pararam, um pouquinho, para colaborar em me proporcionar o tipo de publicação que muito me agrada fazer: LUGARES!

Assim convido você a conhecer a ideologia, que transformada em realidade, fez valorizar, ainda mais, Portugal.

Antes, esclareço que meu coração foi, e é, construído por sentimentos ... E um dos sentimentos que mais alimento, é o sentimento do amor pela HISTÓRIA.

Archeological Tours – Turismo Arqueológico em Portugal
O Turismo Arqueológico ou Arqueoturismo, “consiste no processo decorrente do deslocamento e da permanência de visitantes a locais denominados sítios arqueológicos onde se encontram os vestígios remanescentes de antigas sociedades, sejam elas pré-históricas e/ou históricas passíveis de visitação terrestre ou aquática”. Estas considerações demonstram que o Turismo Arqueológico pode desempenhar funções relevantes para a sociedade e portanto merece uma atenção especial. Os Sítios Arqueológicos passam por prospecção e escavação. A visitação turística a um sítio acontece posteriormente à sua escavação ou concomitantemente a ela. Por um lado, onde o visitante tem acesso somente a uma das partes já escavadas, por outro lado, o visitante além de observar a escavação pode interagir com a mesma. Ou seja, a interpretação de um produto arqueológico está directamente relacionada com o seu consumo, ressaltando que o consumidor desse produto (o turista) adquire o direito de usufruir do mesmo por meio de uma “experiência vivencial” e que o resultado deste consumo constitui-se em aprimoramento cultural, recordações e fotografias. Isso acontece porque o produto turístico, em causa, não é um bem móvel., mas de um “bem de consumo abstracto que não pode ser avaliado de acordo com o seu tamanho, peso, formato ou cor”. Portanto, o consumidor o que recebe “é uma representação imaginária do que o produto pode proporcionar”. A interpretação dos produtos arqueoturísticos é imprescindível, visto que ela é antes de tudo, um instrumento de comunicação com o visitante. A interpretação visa informar sobre as características e particularidades dos atractivos através da mensagem apropriada e inteligível.


Interpretar não é simplesmente informar, mas sim “revelar significados”, provocar emoções, estimular curiosidade, entreter e inspirar novas atitudes nos visitantes e proporcionar experiencias inesquecíveis. Isto é, o objectivo da interpretação é “comunicar o significado do lugar de forma interessante e efectiva, contribuir com a satisfação das necessidades dos visitantes”.
O interesse crescente pelo nosso passado, levou um grupo de especialistas em arqueologia, antropologia e sociologia a criar a ARQUEOTURIS, um projecto empresarial, pioneiro e especializado em serviços turísticos e culturais em Portugal, com sede no Alentejo, voltados para a divulgação do património arqueológico e histórico desse país.
O seu “ARCHEOLOGICAL TOUR” inclui visitas a sítios arqueológicos, que apresentam uma flecha temporal, do Paleolítico ao Período Islâmico.
Tudo foi concebido de modo a que o " ARCHEOLOGICAL TOURS " proporcione ao visitante uma gama de experiências inesquecíveis. Todos os locais têm sido criteriosamente estudados, contando com roteiros de visitação aos sítios arqueológicos e toda a infra-estrutura logística assim como o acompanhamento não por guias-turisticos, mas por investigadores especializados. A ARQUEOTURIS dispõe, ainda, de um “Archaeological Excavation Tour”, neste caso pontual, no qual o visitante partilha as condições, o convívio e o trabalho com arqueólogos e estudantes de arqueologia de várias nacionalidades, numa verdadeira escavação de carácter científico. Neste Tour o visitante poderá, também, envolver-se no manuseamento dos artefactos encontrados e no seu tratamento no museu local.

***
Na oportunidade, deixo um pouco do muito que vi, através de imagens. Mas facilito deixando o caminho para você ver também: basta clicar nos nomes ;)

terça-feira, abril 21, 2009

Uma palavra sobre a morte

Como muitas pessoas , também, por vezes, busco encaminhar para meus contatos algum “repasse” que circula na internet: que vejo interessante, instrutivo ou mesmo engraçado.
Assim, algum tempo passado inclui na lista um conhecido e lá se foi mais um vídeo, que escolhi compartilhar: um vídeo espetacular! Do mesmo, veio-me uma resposta a qual informava sobre o falecimento do pai, e, que o vídeo havia servido de muito conforto para a angústia que ele estava vivendo.
É perceptível – diria até admirável - que das mais variadas formas podem acontecer um momento de acalento, produzido por nós mesmos: simples mortais.
E a morte, principalmente dos próximos, deixa para aquele que fica muitas necessidades. Necessidades como: receber acalento, superar a dor na alma, aceitar a chegada do fim, continuar vivendo etc.
Ao encontrar esse texto – “uma palavra sobre a morte” - dessa vez resolvi não compartilhar com os meus contatos pessoais, por e-mail, mas, sim compartilhar aqui; porque entendo que mensagens assim geralmente são lidas, mais, por uma questão de necessidade... O que, aliás, é uma pena!
Paz e bem!
Sandra Valeriote
***
Uma palavra sobre a morte
Não é sempre que se consegue pensar com serenidade sobre a morte. Gostaria de expressar algumas idéias que me vieram, sobretudo, de um dia de peregrinação, quando estive só... Pensar na morte é como o choro que deve brotar espontaneamente. A primeira realidade que confesso é exatamente esta: neste dia chorei. Não era tristeza, não era desespero, mas algo que emergia, que borbulhava e copiosamente transformou-se em lágrimas.
O sentimento? Um misto de espanto, de perguntas sem respostas, de alívio, de satisfação, de liberdade de ser exatamente aquilo que somos: vulneráveis. O primeiro desejo de escrever talvez seja meio egoísta, por isso quero confessá-lo logo: não me conformo com aquilo que chamo de hipocrisia (talvez seja dura demais esta palavra, ou esta forma de falar, mas não encontro outra melhor) com a qual vejo a morte ser tratada. Detestaria escutar (evidentemente não será possível!) algo semelhante no meu funeral.
Neste sentido, este escrito pode ser um egoísta pedido de ajuda: leiam, reflitam e digam um pouco do que penso sobre a morte! Talvez seja pretensão demais preparar o “discurso fúnebre”. Em todo caso, também isto me leva a escrever. Tenho descoberto que o mais angustiante da morte não é exatamente sua realidade, aparentemente cruel, mas as perguntas que ela coloca sobre a crueldade da vida. Sim, a morte tem interrogado minha vida. Morte é solução para muitos problemas insolúveis: acaba com a falta de tempo, que alego para levar uma vida tão corrida; acaba com o excesso de trabalho, que não me deixa fazer outra coisa a não ser estar sempre atrasado; acaba com as dores, com a necessidade de dormir, de tomar remédios, de caminhar, de falar, de rezar, de alimentar-me, de perdoar, de pedir perdão, de ponderar, de medir com largueza, de superar-me... Enfim a morte acaba com muitos empecilhos, mas por isso mesmo é angustiante: ela questiona-me sobre a vida. Meus valores, minhas atitudes, minhas opções.
Meu viver torna detestável ou agradável o momento da morte. Não quero chegar ao fim da vida como herói. Acredito que lutarei até o último momento, espero que na angústia encontre a porta estreita e que esteja suficientemente pequeno, com pouquíssima bagagem, para não ter que esforçar-me demasiadamente. Neste sentido, rezo para que não antecipe minha hora por leviandade, não relute contra o momento decisivo. Gosto de pedir, na oração da noite: “Uma noite tranqüila e no fim da vida uma morte santa”. Quando estou muito feliz (o que não é tão raro assim) acrescento “que no fim da vida, que seja bem no finzinho mesmo, bem velhinho, Deus me conceda uma morte santa!”.
Falo disto, no entanto confesso que fujo desta realidade de muitas formas. Em alguns dias em que pude pensar serenamente, concluí algumas questões: não posso negar as realidades que me marcam. Meu pai e minha mãe morreram subitamente. Foi um susto, e ainda hoje é, pensar que um dia tinha pai, outro não; um dia tinha mãe, outro não. Um padre amigo, de feliz memória (visto que também este já morreu) disse, quando questionado sobre a perda do irmão: “Não perdi não, ele morreu!”. Gostei particularmente da resposta, um tanto irônica, mas profundamente sábia. Devo descobrir que perco somente aquilo que penso ter, e que as pessoas, decididamente não perco, porque nunca as possuo. Mistério bonito este, não ter posse, não perder.
Pensar a morte é pensar o que valeu a vida. Neste tocante, anseio por alguém que seja capaz de não “discorrer” sobre as “grandes obras” que fiz em vida: “como era bom, como era zeloso..., vejam o que fez, isto e aquilo, como construía, como trabalhava, etc...” (pior ainda quando inventam coisas bonitas, sem real fundamento, desculpas para os males..., todos escutam por respeito e por educação, mas com um ar que deveria fazer corar os mais desavergonhados). O que são nossas virtudes, senão o próprio Deus coroando em nós seus dons?
De outro lado não vale colocar-se como juiz: “era assim… que gênio!, quem diria!, que coisas fez...”. Pois, se Deus justifica, quem somos nós para condenar? Gostaria simplesmente de chegar à morte e ser um testemunho de que o amor sempre vale a pena, dá sentido à vida, que o amor nunca perde, porque não é posse, mas desfrute, graça, liberdade.
A saudade, o desejo de comunhão é coisa santa, bonita, sagrada, não há que negar, não há que lutar contra, mas antes é preciso cultivar, guardar, ser agradecido por sentir. Espero, e creio que estou aprendendo, a viver a morte, a sofrer a ausência dos que morreram, a venerar a memória dos amores recebidos: o abraço de meu pai, uma das últimas imagens que guardo, o zelo e o olhar de minha mãe, o carinho demonstrado... Por isso vale a vida, por isso a morte foi vencida.
Gostaria que, diante do corpo inerte, que alguém dissesse: “olhem, que não ficou decepcionado, que sua esperança não ficou sem resposta, que o amor o acolhe, que a vida triunfa, que vale a pena acreditar naquilo que acreditou, celebrar aquilo que celebrou”. Sim, somente a celebração da eucaristia nos torna possível este momento, este toque sutil, quase que efêmero do céu, mas um toque que nunca nos deixa da mesma forma, nos transforma, nos dá o gosto da eternidade, que ainda buscamos enquanto peregrinamos por aqui.
O comprometedor desta realidade é que gesto a morte em vida. Cada dia que conto os anos, descubro que estou mais perto do débito. Os créditos vão se esgotando. Tenho pensado sobre a sensatez das contas, talvez seja melhor contar as graças e não os anos! Quem conta o tempo estará sempre em prejuízo, quem conta as graças fará não contas, mas cantos! Sim, o canto é exultação, ação de graças pelos benefícios recebidos. Por isso insisto que nos velórios se cante mais, se fale menos, sejamos capazes do silêncio... “Tudo o que cala, fala mais alto ao coração. Não existira som se não fosse o silêncio”.
Tenho propagado que gostaria de viver até os 97 anos, lúcido, capaz de peregrinar, ainda que com menos mochila, com passos mais lentos e com muito cuidado pra não tropeçar, acabar caindo e puft! Morrendo! Esse desejo é só para dizer: tenho descoberto a alegria do viver.
Creio no otimismo cristão: hoje melhor que ontem, amanhã melhor que hoje... Têm sido assim os anos que passo, as graças que vislumbro, das quais desfruto. As peregrinações têm me ajudado a viver assim. É certo que talvez morra subitamente, talvez não chegue aos quarenta, aos setenta e dois, aos oitenta, ou aos noventa e sete... Quem sabe, morro numa peregrinação e alguém diga: “aí, morreu de tanto andar!” Ou seja um consolo: “Pelo menos fazia o que gostava.!”. Talvez ninguém tenha lido isto, ninguém se lembre disto no momento de minha morte...
Mas vale desejar e simplesmente expressar hoje meu contentamento pela vida, pelas graças, pelo amor, ainda que marcado por tantos limites, dos quais, alguns, só a morte me livrará. Anseio por esta liberdade. Peregrinar torna fascinante a aventura sobre a terra, porque, por melhor que seja o caminho, ele está em vista também da chegada. A terra anseia pelo céu.
Pe. Ricardo
Deus nos abençoe!



quinta-feira, abril 16, 2009

A primeira impressão é a que fica?

Alguns afirmam que sim: a primeira impressão é mesmo a que fica! Se numa primeira visão algo não estiver de acordo com o agrado pessoal, não existirá oportunidade para "segunda impressão".
Aliás, existe até um livro voltado completamente para esse assunto, ou seja, ensinando a pessoa como causar uma “boa primeira impressão”.
Pois é... O que não faltam são livros ensinando pessoas a serem - serem espetaculares em todos os sentidos. Assim, pessoas lêem "auto-ajuda", e como bons entendedores se caracterizam dentro das orientações; e, depois simplesmente seguem para o convívio com os próximos - camufladas a base de informações filosóficas: esquecendo-se que possuem essência própria!
Particularmente, até acredito que os escritores, do estilo “auto-ajuda”, ajudam! Mas sem sombra de dúvida, milagre só realiza Deus! E se a pessoa permitir, óbvio.
A primeira impressão é a que fica?
Se educar, por certo, é sempre o melhor caminho. E livros são, verdadeiramente, espetaculares complementos. Agora, nada melhor do que vislumbrar o ser, em si.
Mas esse assunto sobre “primeira impressão”, que se faz debatido entre seres racionais, tem seu motivo específico que difere do foco “pessoa”.
Qual “primeira impressão” causa uma cobra venenosa num caminho?
Se a primeira impressão, para você, tende a prevalecer, fique apenas com essa imagem em mente e muito obrigada pela companhia até aqui.
Se você acredita que "primeira impressão" não equivale ao julgo final... Clique Aqui! ;)

Paz e bem!

Festa do Padroeiro São José Operário



Convite: Igreja Batista



segunda-feira, abril 06, 2009

Portugal: Turismo Arqueológico/Archeological Tour

A equipe da Arqueoturis, responsável pelo vídeo que apresentava a publicação feita na semana passada – referente ao país Portugal – entrou em contato informando que, o mesmo, estava sem possibilidade para visualização: por conta desse detalhe estavam trabalhando na solução.
Como o vídeo era a representação do contexto, a publicação deixou de estar no blog, na espera da solução.
Pelo respeito que temos com você, estimado (a), que sempre nos dá a satisfação de acompanhar as publicações aqui apresentadas, ficamos a espera da solução do vídeo e, assim, com o assunto resolvido trazemos novamente mais uma das publicações que veio para valorizar nosso arquivo.
No mais, a publicação refeita oferece ainda mais do que antes visto: o que se torna melhor para você.
Mas antes de iniciar a própria apresentação provinda da equipe Arqueoturis, eis um pensamento que se tornou, também, motivo para realizar tal publicação:
“Sobre um grupo de teorias pode-se fundar uma escola; mas sobre um grupo de valores funda-se uma cultura, uma civilização, um novo modo de convivência entre os homens.” (Ignazio Silone)
Paz e bem!
Sandra Valeriote


ARQUEOTURIS - Turismo Arqueológico

“Olhando o outro, descubra Portugal, um país com muito mais que 900 anos de história”

O interesse crescente pelo nosso passado, levou um grupo de especialistas em arqueologia, antropologia e sociologia a criar a ARQUEOTURIS, empresa pioneira e especializada em serviços turísticos e culturais em Portugal, voltados para a divulgação do património arqueológico e histórico nacional.
O seu “ARCHEOLOGICAL TOURS” inclui visitas aos sítios arqueológicos, como: a Gruta do Escoural, Cromeleque dos Almendres, Anta Grande da Zambujeira, Villa Romana de Tourega, Ruínas da cidade de Ammaia, Vila Museu de Mirtylis, Emerita Augusta e os seus Teatro e Anfiteatro Romano, Museu de Arte Romana de Mérida, Alcáçova de Badajoz, etc.
Tudo foi concebido de modo a que o " ARCHEOLOGICAL TOURS " proporcione ao visitante uma gama de experiências inesquecíveis. Todos os locais têm sido criteriosamente estudados, contando com roteiros de visitação aos sítios arqueológicos e toda a infra-estrutura logística e guias especializados.
Para maiores informações, entre em contacto com a ARQUEOTURIS para o email: geral@arqueoturis.com ou visite o site www.arqueoturis.com

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Assunto que se encontrava na publicação anterior:
Faz algum tempo, passado, estava conversando com uma pessoa especial demais (Pe. Lucas), quando ele sugeriu, para nosso blog, algo como criar publicações com referências a outros lugares. Um dos lugares que ele mencionou foi, justamente, Portugal - Mas era preciso oportunidade.
Pois é... Agora a oportunidade está aqui.
Desde os primeiros conhecimentos sobre a História, no Brasil, Portugal entra em mentes, e, assim segue o conhecimento de uma terra mãe.
O que sabemos dessa terra mãe? Entre outros, é que em séculos passados, partindo de Portugal, recebeu o mar a coragem de homens desbravadores... E esses corajosos, desbravadores, fizeram Portugal se tornar o primeiro registro histórico de um novo país: Brasil.
Agora, não pode ficar esquecido que aqueles desbravadores saíram de sua terra onde a própria História de vida estava, maravilhosamente, criada.
Com certeza esse vídeo que apresenta o turismo arqueológico, em Portugal, demonstra assim que essa terra mãe tem muito, muito, o que apresentar, de si.
Fonte do vídeo: Archeological Tour
Paz e bem!
Sandra Valeriote