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quarta-feira, novembro 26, 2008

Família!

Muitos me conhecem, como também a minha família. Muitos apenas conhecem a minha pessoa.
E para quem não conhece a minha família, de certa forma, apresento uma parte: da esquerda para a direita se encontram: Leandra, Sandra (eu), Michelline e Michelli (essas duas gêmeas). Quatro irmãs!
Bem, somos quatro filhas que tivemos vontade de quebrar isso de “só mulher” e tentamos um menininho... Seria uma glória conseguir! Afinal, estava em jogo oferecer um neto “macho” ao nosso pai.
Pois é... Eu tentei primeiro, nasceu a Mirella. Tentei novamente, aí nasceu a Karoline. Foi à vez da Leandra, nasceu a Larissa. A Michelli engravidou e a expectativa foi toda para ela, eis que nasceu a Milena. Chegou o momento da Michelline, nasceu a Júlia. A Michelli tentou novamente, nasceu a Maria.
Não podemos nos sentir culpadas, tendo em vista que a mulher é receptora. Possuímos o “X”, do homem tem que vir o “Y”, para vir um neném do sexo masculino... Mas com a gente não aconteceu! Talvez, quem sabe ainda aconteça! Mas a verdade é que hoje até já nos sentimos preocupadas, que aconteça. Acho que não saberíamos lidar com um menininho. Ia ser mimo demais!
Mas essa apresentação que estou fazendo tem um motivo que foge a essa brincadeira que existe entre nós de ter acontecido “só mulher” na família.
Este ano, fomos surpreendidos, na nossa família, com algo que pelas estatísticas vem aumentando: DIABETES!
Somos quatro filhas que demos aos nossos pais um total, até então, de seis netas. E entre as netas, a Larissa (filha da Leandra) de um momento para o outro passou a ser diabética do tipo 1, precisando aplicar duas vezes ao dia insulina. Aos 11 aninhos, então, a Larissa conheceu algo que terá que enfrentar para sempre... ("para sempre" ... que expressão forte!)
Foi um susto para nós! Ao mesmo tempo a correria para passar a conhecer de uma forma mais intensa sobre esse assunto.
Diabetes é algo bem conhecido, mas quando passamos a lidar com ela tão de pertinho, a situação é outra. Tratando-se de criança, então, é triste ver. Começa a triste necessidade de dizer que a criança não pode comer algo que as outras que brincam juntas podem...
Por quê? Essa é uma famosa perguntinha das crianças, que ela também usou. Mas ainda ficou a questão na cabecinha dela...Por quê se nenhuma outra tinha a diabetes veio acontecer apenas com ela? Eis a vida... Será algo que ela aprenderá, por si, a aceitar! Buscamos agir de forma bem natural... mas ficamos muito entristecidos por ela.
Essa publicação não é apenas para passar uma situação, que sei muitos passam. Espero que ela sirva, também, para quem tiver bons conhecimentos sobre o assunto, na possibilidade, compartilhar comigo... Da minha parte é só aparecer o nome diabetes que já vou logo ler, na esperança que um dia minha sobrinha, também, não irá precisar ficar aplicando insulina.
Da esquerda para direita, as filhas: Júlia (Michelline) Milena (Michelli), Karoline (Sandra), Larissa (Leandra), Mirella (Sandra) e Maria (Michelli)
As imagens apresentadas nessa publicação vem a ser do aniversário de 15 anos da Karoline. Na oportunidade informo, então, aos amigos, que estiveram esperando para ver as imagens, que atrasaram para me entregar fotos que esperava... Acabei me enrrolando e não consegui, ainda, publicar. Devo conseguir em algum momento!
Grata pela sua companhia através dessa leitura!
Paz e bem
***
Cientistas da Universidade Federal de Itajubá, em Minas Gerais estão desenvolvendo um aparelho que promete simplificar o tratamento da diabetes.
Um microchip - implantado na pele - vai monitorar a quantidade de insulina no corpo e ajudar o paciente a controlar a doença.
Há oito anos, a vida de Antônio mudou. Ele descobriu que tinha diabete tipo 1. A alimentação passou a ser controlada.
"Eu não como açúcar de jeito nenhum. Adoçante, né?", diz ele.
Vieram as aplicações de insulina, duas vezes por dia. Sem falar das picadas no dedo para medir a glicose.
"Teve uma época que tava todos os dedos furados. Uma época que eu não tava muito equilibrado, tinha que medir todo dia.", conta.
Mas o sofrimento de Antônio e de outros milhões de diabéticos no país pode estar com os dias contatos.
Na Universidade Federal de Itajubá alguns pesquisadores se esforçam para mudar essa rotina difícil de quem convive com a diabete.
No laboratório, eles desenvolvem um microchip que vai ser usado no controle da doença.
A equipe coordenada pelo professor Tales Pimenta desenvolve os minúsculos sistemas, que vão armazenar informações importantes sobre os pacientes.
"Dados pessoais, dia de nascimento, alergias, tipo sanguíneo. Ele vai mediar a glicose e a gente pretende colocar também capacidade para medir níveis de oxigênio, uréia, colesterol e até mesmo temperatura e outras grandezas não tão complexas de se medir", afirma Tales Cleber Pimenta, professor da Universidade Federal de Itajubá.
Os bio-sensores ficarão dentro de uma cápsula, do tamanho de um grão de feijão, que no futuro poderá ser implantada no organismo. Aproximando um outro aparelho ao corpo, será possível obter todas as informações.
"Elas seriam passadas por sinais de rádio, então poderiam passar para um computador pessoal, ou poderiam passar para um celular ou outro dispositivo que possa interfaciar com esse dispositivo implantável", diz o professor da universidade.
Em uma segunda etapa, o próprio chip vai poder liberar quantidades necessárias de insulina. "O paciente nem vai precisar interagir, ele deixa sozinho, o equipamento cuida de tudo sozinho”. Promessas que surpreendem até os médicos. "Essa aproximação com a engenharia vai possibilitar, cada vez mais que problemas que a gente enfrenta na clínica possam ser solucionados", diz João Batista Macedo Viana, médico neurologista. Antonio foi conhecer a novidade e já sonha com o alívio que ela poderá trazer. "Espero ansiosamente por esse momento", diz ele.
Segundo o coordenador da pesquisa, em dois anos o aparelho deverá estar pronto para testes.
*
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Cantinho Diabético

sexta-feira, novembro 21, 2008

Rio Muriaé

Aproxima-se o findar e iniciar de anos, e com esse momento as chuvas, constantes, de verão. Alguns anos acontecem às famosas enchentes, outros não.
Eis uma questão: O Rio Muriaé transbordará?
Nesse sentido, vários são os municípios da região Noroeste Fluminense-RJ, que enfrentam esse momento da natureza, nesse período do ano.
Mas ao contrário de manter o texto com a fúria da água (tendo em vista que a publicação é referente à enchente), me veio à mente uma reportagem que assisti com a fúria do fogo.
A matéria estava sendo feita na Califórnia – que de quando em quando passa por períodos difíceis com sérias queimadas.
Eis o que vi:
A jornalista aproximava-se de um casal (cuja aparência, dos dois, demonstrava uns 60 e poucos anos) - que se encontravam em frente da casa deles, onde, a mesma, só apresentava as cinzas - com um jeito transtornado. Realmente difícil não ficar transtornado frente a uma situação daquelas!
Nesse caso a jornalista já foi chegando perto do casal lamentando o acontecido e questionando o que eles iriam fazer (coisa de matéria/reportagem).
O casal respondeu: “Agora é recomeçar!”.
A resposta foi tão, simplesmente, objetiva que foi perceptível à falta de palavras da jornalista, depois. Por certo ela devia está à espera de muitas lamentações e tristezas, para o sofrimento ser consolado (com palavras). É algo mais comum acontecer: lamentações, tristezas...
Mas com aquele casal não! Eles já estavam conscientes do que havia acontecido e da única solução possível: RECOMEÇAR!
Agora, voltando à fúria da água (quando vem através de enchentes) que várias cidades da região Noroeste Fluminense-RJ sabem que corre risco de precisar enfrentar nesse período... Depois que a água começa a voltar ao seu leito natural sobra, também, para muitos recomeçar. Alguns, ainda, ficam com a chance do reformar.
Mas no caso dessas famosas enchentes já não está acontecendo à necessidade do apenas recomeçar ou reformar, que seja. Já está prevalecendo também à preocupação ao combate do MOSQUITO DA DENGUE. Para o mosquitinho não tem alimento mais precioso do que o lixo misturado à água parada que sobra desse momento.
E depois de se deliciar “pro
liferando” eis que, “plaft”, vem se deliciar picando.
Se fosse uma picadinha pra marcar a pele simplesmente... Mas, não, o MOSQUITO DA DENGUE, por vezes, chega picando para MATAR. Isso até poderia dá tema para filme de ação: “picando para matar”... Ou será para filme de tragédia? Bem, se ação ou tragédia não teria tanta diferença, a diferença teria em ser filme baseado em fatos reais. Teve quem não sobreviveu à epidemia acontecida no início de 2008. Lembra?
Agora, por gentileza, você pode imaginar um violento pit bull? Ele pode matar! Você pode imaginar uma cobra venenosa? Ela pode matar! Você pode imaginar um tigre? Ele pode matar! Ainda outros animais podem matar, também. Mas nenhum desses bichos tem o poder do MOSQUITO DA DENGUE, que pode voar sem ser percebido, no silêncio, em qualquer lugar, picando qualquer um de nós - tendo o poder de matar, também.
O MOSQUITO DA DENGUE precisa receber a atenção do COMBATE.
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Imagens/fonte:
Baú do Marcelino (http://marcelino.fot.br/)







sexta-feira, novembro 14, 2008

Pedal Livre
Primeira reunião (informal) para desenvolver uma atividade, a mais, desportiva em São José de Ubá. Nesse caso o desporto de pedalar, o qual maravilhosamente já vem sendo desenvolvido, e muito aprovado, em vários lugares.
Os já ciclistas, ubaenses, Nida e Leandro, que vem praticando a atividade um bom tempo, pararam em frente à gráfica para um papo que envolveu vários planejamentos. Entre tais esteve realizar um encontro de ciclistas da região (Itaperuna, Miracema, Bom Jesus do Itabapoana, Stº Antônio de Pádua e etc).
Por certo tais planejamentos, sendo alcançado, só trarão mais benefícios à cidade (que merece!), pois envolve, também, pessoas voltadas a estar bem consigo e, por conseguinte, seus próximos. Cria-se, assim, um clima muito voltado ao bem. Pois é...
Mas eis algum desfecho da reunião (informal):
No dia da reunião (informal) os planejamentos foram vários, e bons.
Depois de uma semana telefonei ao Nida perguntando sobre como estava o andamento das idéias e ele me respondeu:
- Você é que vai ficar com a parte burocrática para resolver! É só me falar quando tiver resolvido.
Respondi:
- Eu??????????????
Ele:
- Sim, você!
Eu:
- Ah! Tudo bem! Depois te telefono então.
Já se passaram mais de uma semana e não voltei o telefonema. Com certeza para esse restinho de ano, da minha parte, será preciso manter apenas mesmo umas singelas pedaladas - é o que consigo alcançar!
Mas aproveito a oportunidade para já deixar aqui à semente que está sendo lançada (pode ser entendido como a minha tal parte burocrática).
Acompanho que os administradores públicos de São José de Ubá são pessoas com visão voltada a alcançar o melhor para a cidade, favorecendo, assim, o cidadão. O que será buscado (?) que seja visto como é o certo ver: como, também, um bom caminho.
Paz e bem!
Orkut
Estimados (as), recebi esse vídeo e resolvi compartilhar com vocês, tendo em vista um carinho enorme que, sei, muitos têm pelo seu orkut.
Pois é... Pelo que será visto, através do vídeo, qualquer um corre o sério risco de dormir com seu orkut e acordar sem o seu orkut – foi identificado como apagar o orkut dos outros :O.
Compreendo que um conteúdo assim deve ser sigiloso, mas, por certo, quem é visitante aqui, do blog, não tem por hábito mexer com orkut de ninguém. “Né?!”
Então, fica mesmo a valer apenas para o conhecimento. Boa sorte para seu orkut!



Aos meus contatos do orkut:
Algum tempo passado, encontrei a comunidade que foi criada, no orkut, pelo amigo, ubaense, Luciano Leite - a qual foi a 1ª a vir apresentar a cidade de São José de Ubá na internet - “sem dono”. O Lu havia saído do orkut.
Assumi a comunidade pensando ser algo provisório (tipo: poderia transferi-la mas tarde). Ocorre que não consegui desfazer o ser dona da comunidade e não estava tendo possibilidade para me dedicar à mesma, como merece.
Nesse caso, de forma alguma eu tinha o direito de acabar com a primeira referência criada para apresentar a cidade, na internet... Assim, sendo, precisei acabar com a minha conta.
Não consegui refazer uma página por questão de tempo, pois acho legal haver uma dedicação – ainda mais que da minha parte sempre estiveram como contatos pessoas especiais.
Tenho dedicado um tempo “social”, à internet, ao blog (dentro das minhas possibilidades). Espero que de alguma forma esteja servindo como “bem” (é a intenção) para quem criou o hábito de estar sempre por aqui. Outras dedicações, na internet, acredito que precisa ser de acordo com nossas possibilidades para que aconteça legal.
Algo é certo, pessoas queridas, nunca as deixo dentro do meu computador, mas, sim, as carrego dentro do meu coração, que por sinal não me abandona nunca – Aliás... ainda bem!! :D
Paz e bem!
Um abraço, com grande carinho!

segunda-feira, novembro 10, 2008

CONVITE
CAMPANHA DE EMBALAGENS VAZIAS DE AGROTÓXICOS
No dia 12 de Novembro de 2008, a EMATER-RIO, em São José de Ubá, e a Defesa Agropecuária-RJ, estarão realizando o
I DIA DO CAMPO LIMPO
que tem por objetivo o RECOLHIMENTO DAS EMBALAGENS VAZIAS DE AGROTÓXICOS.
Agricultor ubaense, você que é consciente, faça sua parte, participe e estimule outros produtores a também participarem.
(Lei Federal nº 9974 de junho de 2000)
Apoio: Prefeitura Municipal de São José de Ubá - Associação de Revendedores - Associação dos Produtores Rurais de São José de Ubá - Rádio Ubá FM 104,9
***

A campanha de recebimento de embalagens vazias de agrotóxicos, em São José de Ubá, contou com palestras de Educação Sanitária em 12 escolas municipais e 7 associações de moradores. O destaque foi para a metodologia utilizada na apresentação do problema a crianças bem pequenas, bastante interativa e que atraiu bastante o interesse. Segundo a técnica local, é grande a preocupação com o uso e manipulação das embalagens de agrotóxicos, já que São José de Ubá tem um alto índice de câncer em virtude do uso indiscriminado desses produtos. Por isso, é muito importante a informação adequada a vários públicos diferentes.
***
"Doar o pão é fácil e resolve por um dia;
doar o conhecimento é mais difícil, mas,
resolve por toda uma vida".


*
Eis um excelente lugar para, plantar, "boas sementes"; os corações das crianças - solo maravilhosamente fértil ;)
Parabéns a Equipe da EMATER-RIO, em São José de Ubá!
É sempre uma grande satisfação desenvolver essa parceria, também, na internet :D
Paz e bem!




quarta-feira, novembro 05, 2008

Em relação a publicações feitas no início dessa semana aconteceu um “não entendimento” em quem visita constantemente o blog, e não é ubaense.
Bem, a resposta se encontra em "comentários" na publicação: Aniversário da Monique Eccard parte II.
Oportunamente aproveito para compartilhar um texto bem interessante de um jornalista que ando acompanhando e apreciando muito o trabalho dele.
Vale a pena à leitura! ;)
Paz e bem!
A CAVERNA DE CADA UM
Todos nós enfrentamos momentos difíceis em nossas vidas. Muitos – a grande maioria, por sinal – tendem a interiorizar seus problemas e vê-los bem maiores do que são na realidade. Tais pessoas costumam transformar suas dificuldades em inimigos tão difíceis de enfrentar e vencer que a saída, na maioria das vezes, é procurar o isolamento como forma de refrigerar o sofrimento e diminuir a intensidade da dor. Na verdade, buscam cavernas interiores onde possam se esconder e deixar a borrasca passar, ao invés de se instrumentalizarem para a luta, cultivando dentro de si as armas necessárias ao enfrentamento dos problemas. É natural esse comportamento, o que não quer dizer que seja o mais recomendável. Todos nós, em alguma circunstância de nossas vidas, habitamos cavernas. Já certas pessoas passam a viver nelas um tempo longo demais, diminuindo, com isso, a sua capacidade de luta.
A caverna pode ser até salutar quando o tempo nela vivido é utilizado para meditação, renovação de forças e cultivo de uma nova esperança. Fora disso é fuga, covardia ou a perda da capacidade de reagir, de lutar, de transformar momentos difíceis em aprendizado, capacitação. Muitos personagens ilustres se utilizaram, ao longo da história, de cavernas como forma de superar realidades indigestas. Freud, por exemplo, carregou em seu interior um longo período de tristeza pela morte de um neto. Foram anos sofridos, vividos, em grande parte, em cavernas, das quais saía, de vez em quando, para prosseguir na luta do dia a dia. São também notórios os casos de escritores, artistas, intelectuais, personalidades ilustres que, de tanto buscarem nas drogas uma caverna segura para suas aflições, vazios existenciais – e até inspiração – terminaram sucumbindo a essa nefasta convivência.
Entre os famosos, Jesus Cristo foi um craque em usar a caverna de maneira produtiva. No Jardim do Getsêmani, momentos antes de ser preso, utilizou-se esplendidamente desse instrumento de reclusão como forma de se fortalecer interiormente para enfrentar – e vencer – as horas difíceis que teria pela frente. Na solidão do ambiente, em permanente contato com Deus, através da oração, Jesus travou dentro de si uma batalha tão dolorosa que chegou a suar sangue. A beleza desse instante está em que seu sofrer não acontecia por nenhum problema criado por ele. E sim pelo preço que teria de pagar pela cédula de dívida que tínhamos com Deus por conta dos nossos pecados. Após a intensa introspecção, Jesus saiu do Getsêmani fortalecido interiormente para enfrentar a prisão, o julgamento e a morte. A caverna serviu, assim, para meditar, renovar suas forças e cultivar uma nova realidade.
Realidade que se concretizou no advento da ressurreição. Pois eram nesses instantes de isolamento, no recolhimento interior utilizado principalmente para o contato com Deus, que Jesus encontrava lenitivo para suas dores e revelação dos fatos que viriam a seguir. Ele, portanto, utilizava-se da caverna na busca das explicações para as dúvidas e incertezas que, por ventura, surgissem em seu caminho, e também na correção dos rumos no seu relacionamento com os homens. Assim, a caverna era um elemento altamente valioso na arrumação interna de suas emoções e no planejamento futuro de sua rotina. Conclui-se, então, ser muito difícil não habitarmos cavernas ao longo de nossas vidas. A questão é saber o uso que estamos fazendo dela. Se ela está nos retemperando para vitórias futuras, ou nos levando ainda mais para o fundo do poço. Aliás, agora mesmo, você está dentro ou fora da caverna?
Públio José - jornalista

segunda-feira, novembro 03, 2008

Deixo este vídeo com todo carinho para : Fernando Eccard e Maria Eny



Deixo para você Felipão , meu primo querido, batalhador, humilde, sincero e amado pelas pessoas do bem.. uma homenagem vinda do coração!!!!!!!
Aos pais {Fernando e Maria Eny} e irmãos {Andreson e Luís Fernando} espero e ..podem ter certeza; ....quando quiserem falar com Filipe.. falem com Deus..pois com ele estará colado com ele.. e ouvirá nossos recados..nossas preces e nossas orações!!
Abraços sempre saudosos... {Filipão}.
Monique Eccard e Família...
31/10/2008
Aniversário da Monique Eccard
Um jeito especial encontrado para homenagear!
Aniversário da Monique Eccard - Parte I
Algumas mensagens que estavam sobrando. Fiquei com pena de excluir :D

Aniversário da Monique Eccard - PARTE II
É de conhecimento do ser humano que Deus criou o homem a “sua imagem e semelhança”. Mas, se Deus criou o homem a “sua imagem e semelhança” por que somos diferentes uns dos outros? Por que somos seres únicos?
É perceptível que muitos têm pensamentos semelhantes e em contrapartida atuam nas suas atitudes de forma diferente, ou não. Outros muitos têm pensamentos diferentes e em contrapartida atuam nas suas atitudes de forma semelhante, ou não... E por aí segue a vida entre os seres! Com pensamentos e atitudes que os diferem, mas sendo seres "criados a imagem e semelhança de Deus".
Essa mistura de seres diferentes ganha uma divindade inexplicável! Vivemos uma mistura de raças; mistura de crenças; mistura de classes sociais; etc. Mesmo com toda essa mistura diferencial, é algo indiscutível a informação: “Deus criou o homem a sua imagem e semelhança”.
Talvez, não sei, essa diferença criada entre os seres, e ao mesmo tempo a certeza de termos sido criados a imagem e semelhança de Deus, nada mais seja do que ficar marcado em nós essa forte necessidade que temos uns dos outros (como temos, necessidade, de Deus) para que assim ocorra o convívio e a vida siga a florescer.
É fácil observar as diferenças entre os seres onde os convívios são estreitos: cada um com seu próprio jeito. Poderia não dar certo o conviver... Mas tudo se faz acontecer como deve.
Pois é... nada faria sentido se estivéssemos aqui sozinhos ou se fossemos, simples, iguais!
E no meio das diferenças, onde nos fazemos únicos, chega um momento em que cada um vai se desfazendo do laço com essa vida; e nessa necessidade que temos “do convívio”, ainda mais os que nos são estreitos, a ALMA chora o adeus...
Essa publicação assim a deixo pois nesse último domingo (02/11/2008), o amigo Filipe de Oliveira Souza, cuja essência peculiar - da minha parte era vista como alguém que - o corpo fez homem, mas o coração se manteve menino, nos fez fazer a parte mais difícil do viver: se despedir nessa vida!
Que seja registrado, assim, a lembrança e, por conseguinte, o imenso carinho que ele tinha pela Monique e sua família.
Em mim, guardarei mais ainda a certeza de que o tempo não volta! Por questão de uma simples desconcentração da minha parte ele não esteve entre os quais enviaram uma mensagem, no vídeo, para a Monique pela passagem do seu aniversário.
Tenho certeza que ele teria enviado uma mensagem com imenso carinho, a provir de dentro do próprio coração, e muita alegria, com o jeitão dele de ser: uma criança vestida de homem.
É isso... A nós, que o conhecíamos, resta a triste lembrança da despedida. Para ele, já fica valendo desfrutar do paraíso eterno, ao lado do CRIADOR.

Paz e bem!