
segunda-feira, julho 23, 2007
sexta-feira, julho 20, 2007

O QUE É?
CAUSAS
Dentro de cada célula do nosso corpo, estão os cromossomos, responsáveis pela cor dos olhos, altura, sexo e também por todo o funcionamento e forma de cada órgão do corpo interno, como o coração, estômago, cérebro, etc. Cada uma das células possui 46 cromossomos, que são iguais, dois a dois, quer dizer, existem 23 pares ou duplas de cromossomos dentro de cada célula. Um desses cromossomos, chamado de nº21 é que está alterado na Síndrome de Down. A criança que possui a Síndrome de Down, tem um cromossomo a 21 a mais, ou seja, ela tem três cromossomos 21 em todas as suas células, ao invés de ter dois. É a trissomia 21. Portanto a causa da Síndrome de Down é a trissomia do cromossomo 21. É um acidente genético. Esse erro não está no controle de ninguém.
Face a hipotonia do bebê, este é mais quieto, apresenta dificuldade para sugar, engolir, sustentar a cabeça e os membros.
INCIDÊNCIA
terça-feira, julho 17, 2007
domingo, julho 15, 2007

No nosso blog hoje fica publicado o ARRAIAL DA AMIZADE.
sábado, julho 07, 2007
É com grande satisfação que aos poucos percebemos o quanto esse nosso espaço tem contribuído para momentos de alegria.Existe um pensamento muito interessante que diz:
“Cooperação é a convicção plena de que ninguém chega a lugar algum a não ser que todos cheguem lá.” (Virginia Burden)
Então é com maior satisfação que vemos chegar outras pessoas com novas idéias, para nosso espaço, fazendo, assim, com que permaneçamos num diferencial para o bem.
Deixo aqui publicado idéias, convites, histórias, brincadeiras e o que mais vier desde que não seja algo voltado ao interesse pessoal.
Nesse nosso espaço estando ele sendo administrado por mim ou por quem vier no futuro, que ele tenha sempre o ideal de coletividade, atuando com muito respeito ;).
Paz e bem
São José de Ubá-RJ - A partir de 2001"O Oásis da Região Noroeste com Desenvolvimento Sustentável."
Sou Extensionista Social da EMATER-RIO (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Rio de Janeiro), estou Pós graduando Educação Ambiental e Gestão Territorial, na Empresa onde trabalho prestamos serviços a população que mora nas áreas rurais.
A nossa atuação nos tempos atuais vem adquirindo cada vez mais importância nas áreas prioritárias tais como: Educação, Saúde, Segurança Alimentar, Saneamento básico,etc...
Quando reunimos famílias rurais, não só passamos informações como também estabelecemos ou viabilizamos um processo de conscientização sobre as questões da comunidade que vai levar os indivíduos a uma tomada de posição sobre sua realidade local (regional/nacional), diferente da anterior.
Trabalho no Município de São José de Ubá-RJ, um Município de criação recente, mas sua história é remota, datando ainda do século XIX.
Durante o período entre o surgimento da localidade até meados da década de 60, prevalece como base da economia local, o cultivo a diversificação de produtos agrícolas: café, cana de açúcar, feijão, algodão e milho, e em média escala a pecuária leiteira.
A partir da década de 60, inicia-se o desenvolvimento do plantio do Tomate "o cognominado ouro vermelho".
Atualmente São José de Ubá ocupa o 1º lugar no ranking estadual de produção de tomate é o 5º de produção nacional.
Nosso Município além de acumular o título de maior produtor de tomate do estado do Rio de Janeiro, tem também o título de cidade da Região Noroeste dotado com a menor área de mata nativa com apenas1% da área total do município coberta por área revegetada.
O processo de desmatamento para fins lucrativos e as queimadas desordenadas para limpeza dos terrenos veio ocorrendo ao longo das décadas com os diversos cultivos produzidos no Município, o despreparo dos produtores na utilização dos defensivos agrícolas e manejo do solo aumenta os riscos de degradação ambiental e da sua própria saúde.
O Município não possui nenhum curso de rio, onde ao longo dos anos com a falta de conscientização da população na busca desenfreada sem métodos adequados, para alcançar maior produtividade deixou São José de Ubá , em estado crítico de esgotamento ambiental, com o agravamento da população que vive em condições sofridas, cada vez mais evidentes.
A degradação ambiental alarmante tem como causas mais visíveis, a escassez hídrica, face ao desmatamento predatório em grande escala, o mau uso nas práticas agrícolas.
Com o assoreamento dos ecossistemas de água doce, a desregulagem do sistema hídrico, a escassez de água e o empobrecimento da biodiversidade. Assim nosso Município se tornou mais seco e bastante problemático, apresentando fenômeno possivelmente um processo de desertificação em andamento.
Preocupados com esta situação no ano de 2001 a EMATER-RIO e a Prefeitura Municipal, lançou um Projeto de transformar "São José de Ubá no Oásis da Região Noroeste Fluminense Cidade com Desenvolvimento Sustentável".
A tônica deste Projeto é de se trabalhar com Educação Ambiental estabelecendo diferenças entre as diversas técnicas a serem aplicadas tanto na zona rural como na urbana, uma vez que estes ambientes apresentam características próprias tais como: população, flora, fauna, comportamento local entre outros. Com essas diferenças é que vamos ampliar na consciência da população a formação do conceito de que a qualidade de vida está intrinsecamente relacionada a um ambiente equilibrado .Toda a população deve estar, bem consciente , para que esse processo se transforme num exercício de cidadania, onde os conhecimentos de todos funcionarão como um ponto de partida para a compreensão de diferentes realidades,aumentando a percepção dos problemas particulares de cada grupo, até se chegar a um consenso sobre a melhor maneira de se efetivar a gestão de seu ambiente.
Em nosso Município objetivamos a mudança de visão do meio ambiente, através de práticas interligadas aos eventos e fatos históricos ocorridos no passado, até os problemas ambientais presentes, gerados tanto pelas sociedades passadas como pelas atuais.
Portanto, ninguém melhor do que aquele que convive com toda essa dificuldade, seja ele Prefeito, Comerciante, Técnico, Produtor, Professor, etc., para realizar essa tarefa conjunta, planejada de acordo com a realidade vivenciada no seu cotidiano, visando o desenvolvimento sustentável adequado e justo para o nosso Município.
Todos adquirindo a consciência real da inter-relação entre o homem e o meio num instrumento essencial para mostrar a necessidade de uma efetiva mudança de comportamento de padrões de sobrevivência enquanto ainda é possível reverter o processo de degradação ambiental e humana deflagrada pelas mãos do homem.
Como sabemos da importância deste Blog para o nosso Município esta sempre publicando excelentes reportagens que abordam todos os aspectos que necessitamos, achei por bem passar as responsáveis pelo mesmo esta esta matéria sobre o" Projeto Óasis " lançado em 2001 em São José de Ubá.
É somente através de parceiros comprometidos com seriedade no desenvolvimento de um País mais justo com mais igualdade de qualidade de vida para todos, que vamos realmente a médio e longo prazo transformarmos a nível local, regional, nacional e mundial o nosso Planeta num verdadeiro "Oásis".
quinta-feira, julho 05, 2007



segunda-feira, julho 02, 2007
(imagem acima fica registrada para uma lembrança do, saudoso, amigo de todos: Clébio dos Santos (Bébo))
Antônio nasceu em 1195, mas não se chamava assim: era Fernando. Nascido de família rica, estudou em sua cidade natal, Lisboa, e formou-se padre. Aos 25 anos, trocou a Ordem de Santo Agostinho pela Ordem dos Franciscanos. Seu sonho era tornar-se missionário na África. Na nova congregação, adotou o nome de frei Antônio.
Filho dos personagens bíblicos Isabel e Zacarias, João Batista batizou Jesus Cristo com as águas do Jordão, rio que hoje é fronteira natural entre Israel e Jordânia e entre este país e a Cisjordânia. Diz o capítulo 1 do Evangelho de São Lucas que Isabel era prima da mãe de Jesus, Maria, o que tornava João primo em segundo grau de Cristo.

Pedro é outro santo que nasceu com nome diferente. Chamava-se Simão, ou Simeão. Nascido em um vilarejo pagão na Galiléia, levou a vida como pescador na cidade de Carfanaum, até que, junto com seu irmão André, foi convocado por João Evangelista para fazer parte do grupo mais próximo de seguidores de Jesus Cristo.
(imagem: Eu (Sandra) - casamento caipira realizado no Centro Educacional Jair de Siqueira Bittencourt em 19...) Pau-de-sebo
É uma das brincadeiras mais comuns das festas juninas e tem origem portuguesa. Prêmios são colocados na ponta de um mastro engraxado com sebo. Ganha quem conseguir escalar o mastro, que tem no mínimo 5 metros de altura, e pegar a prenda.
Quadrilha
Roda de quadrilha
Em 1808, com a chegada da Corte portuguesa ao Brasil, difundiu-se, entre outras coisas, uma dança de origem francesa que logo caiu no gosto popular e foi incorporada às festas juninas: a quadrilha. Além dela, atualmente também são comuns folguedos e danças específicas de cada região do país. Por exemplo, no Nordeste, dança-se o coco e o boi-de-são-joão. Nas regiões cafeicultoras, o cateretê, a cana-verde, o samba-de-lenço, a ciranda e o batuque. No Amazonas, a polca, a valsa e o samba.
Vamos dançar!Na quadrilha, homens e mulheres, de braços dados, entram em fila, puxados pelo "marcante" e pelo "contramarcante", que determinam a ordem dos passos. Veja o significado de alguns comandos e repare a origem francesa da maioria das palavras:
Balancê (Balancer): Os casais dançam juntos balançando em seus lugares.Cumprimento vis-à-vis; anavan; tu (Vis-a-vis; en avant; tout): Em filas defronte uma da outra, homens e mulheres avançam até se encontrar e se cumprimentam.
Anarriê (En arrière): Homens e mulheres voltam a seus lugares.
Balancê com seus pares. Tur (Tour): Os pares, rodando, dão uma volta, no mesmo lugar.
Otrefoá (Autrefois): Repetem o Balancê.
Viravortê: Em círculo, cada cavalheiro passa a dama para o cavalheiro de trás. O mesmo passo é repetido até que todas alcancem seus pares.
O pau de Santo Antônio
Há pelo menos 100 anos é assim. No município de Barbalha, sul do Ceará, a 550 quilômetros de Fortaleza, é tradição cortar um enorme tronco de aroeira - com cerca de 22 metros e duas toneladas - para o ritual de abertura da festa de Santo Antônio.
A árvore recebe a bênção do vigário ainda na mata,na serra do Araripe, e depois é levada até a sede da igreja, nos ombros dos devotos, em um cortejo que reúne milhares de pessoas. São 6 quilômetrosaté a praça da igreja matriz e, durante o percurso,o "capitão do pau" orienta os carregadores. Na frente, uma carroça leva bebida, que refresca os mais cansados. Mas nada de água: para matar a sede, apenas a "cachaça do vigário". No fim do percurso,o tronco é fincado na frente da igreja e transformado em mastro para a bandeira de Santo Antônio, padroeiro da cidade. Todos os anos, os moradores tentam superar o tamanho e o peso do tronco da árvore. Antes do ritual, o "pau de Santo Antônio", como é popularmente chamado, permanece 15 dias na "cama". Ou seja, sob os efeitos do sol, a árvore desidrata e fica mais leve. Mesmo assim, os acidentes entre os que disputam transportar a madeira até a matriz são freqüentes. Na crendice popular, quem tocar no tronco da aroeira terá sorte no amor. Se for solteiro ou solteira, casa. Quem já encontrou seu par, terá companhia garantida. Pelo caminho, devotos mais aflitos tentam tirar lascas do tronco para um chá que, acredita-se, tem efeitos milagrosos. A fama de milagreiro do padroeiro atrai católicos de todo o Ceará e também de Estados vizinhos. Já em Fortaleza, Santo Antônio é tido como o santo dos pobres. Assim, no dia 13 de junho, a tradição manda distribuir pães em bairros de periferia e para as famílias sem-teto. Fiéis levam centenas de pães no porta-malas do carro e fazem a distribuição nas ruas e nas praças.
A festa no Nordeste
É de lei. São os forrós tradicionais que sustentam uma noite de São João. Depois da quadrilha, hora de cair no ritmo nordestino. Ao som de sanfona, reco-reco, triângulo e zabumba, o arrasta-pé vai até de manhã. A palavra "forró" é a abreviatura de forrobodóe forrobodança, de uso comum na imprensa pernambucana do século XIX, para designar o local onde aconteciam os bailes populares. Com as grandes migrações para São Paulo, Rio de Janeiroe Brasília, os nordestinos levaram esse ritmo parao resto do país. Na década de 70, surgiram as chamadas casas de forró, freqüentadas, em sua maioria, por migrantes saudosos de sua terra natal. Nessa época do ano, no entanto, o ritmo volta com força nos grandes festivais de quadrilha.
Você sabia?
A cidade de Caruaru (PE) construiu a "Vila do Forró": uma réplica de cidade típica do sertão nordestino com todos os seus habitantes. Lá é feito o "maior cuscuz do mundo", registrado no Guiness Book: 700 quilos de massa, 3,3 metros de altura e 1,5 de diâmetro. Já Campina Grande (PB) afirma ter "o maior São João do mundo" e recebe visitantes de todo o Brasil.
Os costumes sulistas
No Rio Grande do Sul, as festas juninas preservamos trajes típicos do Estado, no lugar do chapéu de palha e da roupa remendada encontrados no interior de São Paulo. Em municípios como Rio Pardo, Capivari, Taquari e Santo Antônio da Patrulha a tradição se mantém. Uma das mais fortes é andar - descalço - sobre as brasas da fogueira. O ritmo é o vanerão, que faz sacolejar bombachas e os vestidos rodados das moças (chamadas "prendas").




















