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domingo, julho 15, 2007


ARRAIAL DA AMIZADE

No nosso blog hoje fica publicado o ARRAIAL DA AMIZADE.
O arraial que aconteceu na sexta-feira 13, de julho,
na fazenda Maravilha do compadre Hamilton Valeriote.
Era gente se divertindo com gosto e felicidade.
Comida não faltava e nem oportunidade;
para quem sabe viver com alegria e muita coragem.
Algumas imagens registrei, para guardar de lembrança o momento;
então aqui deixo para não ficar no esquecimento.
Que pena não ter registrado, todos os outros momentos;
mas quem foi viu e gostou; se divertiu, riu e dançou. ;) :)









Paz e bem












segunda-feira, julho 09, 2007

Projeto:
"O Oásis da Região Noroeste com Desenvolvimento Sustentável".(Imagem enviada por Norma Lúcia Vieira dos Santos)

sábado, julho 07, 2007

É com grande satisfação que aos poucos percebemos o quanto esse nosso espaço tem contribuído para momentos de alegria.
Existe um pensamento muito interessante que diz:
“Cooperação é a convicção plena de que ninguém chega a lugar algum a não ser que todos cheguem lá.” (Virginia Burden)
Então é com maior satisfação que vemos chegar outras pessoas com novas idéias, para nosso espaço, fazendo, assim, com que permaneçamos num diferencial para o bem.
Deixo aqui publicado idéias, convites, histórias, brincadeiras e o que mais vier desde que não seja algo voltado ao interesse pessoal.
Nesse nosso espaço estando ele sendo administrado por mim ou por quem vier no futuro, que ele tenha sempre o ideal de coletividade, atuando com muito respeito ;).
Paz e bem


São José de Ubá-RJ - A partir de 2001
por Norma Lúcia Vieira dos Santos

"O Oásis da Região Noroeste com Desenvolvimento Sustentável."

Sou Extensionista Social da EMATER-RIO (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Rio de Janeiro), estou Pós graduando Educação Ambiental e Gestão Territorial, na Empresa onde trabalho prestamos serviços a população que mora nas áreas rurais.

A nossa atuação nos tempos atuais vem adquirindo cada vez mais importância nas áreas prioritárias tais como: Educação, Saúde, Segurança Alimentar, Saneamento básico,etc...
Quando reunimos famílias rurais, não só passamos informações como também estabelecemos ou viabilizamos um processo de conscientização sobre as questões da comunidade que vai levar os indivíduos a uma tomada de posição sobre sua realidade local (regional/nacional), diferente da anterior.
Trabalho no Município de São José de Ubá-RJ, um Município de criação recente, mas sua história é remota, datando ainda do século XIX.
Durante o período entre o surgimento da localidade até meados da década de 60, prevalece como base da economia local, o cultivo a diversificação de produtos agrícolas: café, cana de açúcar, feijão, algodão e milho, e em média escala a pecuária leiteira.
A partir da década de 60, inicia-se o desenvolvimento do plantio do Tomate "o cognominado ouro vermelho".
Atualmente São José de Ubá ocupa o 1º lugar no ranking estadual de produção de tomate é o 5º de produção nacional.
Nosso Município além de acumular o título de maior produtor de tomate do estado do Rio de Janeiro, tem também o título de cidade da Região Noroeste dotado com a menor área de mata nativa com apenas1% da área total do município coberta por área revegetada.
O processo de desmatamento para fins lucrativos e as queimadas desordenadas para limpeza dos terrenos veio ocorrendo ao longo das décadas com os diversos cultivos produzidos no Município, o despreparo dos produtores na utilização dos defensivos agrícolas e manejo do solo aumenta os riscos de degradação ambiental e da sua própria saúde.
O Município não possui nenhum curso de rio, onde ao longo dos anos com a falta de conscientização da população na busca desenfreada sem métodos adequados, para alcançar maior produtividade deixou São José de Ubá , em estado crítico de esgotamento ambiental, com o agravamento da população que vive em condições sofridas, cada vez mais evidentes.
A degradação ambiental alarmante tem como causas mais visíveis, a escassez hídrica, face ao desmatamento predatório em grande escala, o mau uso nas práticas agrícolas.
Com o assoreamento dos ecossistemas de água doce, a desregulagem do sistema hídrico, a escassez de água e o empobrecimento da biodiversidade. Assim nosso Município se tornou mais seco e bastante problemático, apresentando fenômeno possivelmente um processo de desertificação em andamento.
Preocupados com esta situação no ano de 2001 a EMATER-RIO e a Prefeitura Municipal, lançou um Projeto de transformar "São José de Ubá no Oásis da Região Noroeste Fluminense Cidade com Desenvolvimento Sustentável".
A tônica deste Projeto é de se trabalhar com Educação Ambiental estabelecendo diferenças entre as diversas técnicas a serem aplicadas tanto na zona rural como na urbana, uma vez que estes ambientes apresentam características próprias tais como: população, flora, fauna, comportamento local entre outros. Com essas diferenças é que vamos ampliar na consciência da população a formação do conceito de que a qualidade de vida está intrinsecamente relacionada a um ambiente equilibrado .Toda a população deve estar, bem consciente , para que esse processo se transforme num exercício de cidadania, onde os conhecimentos de todos funcionarão como um ponto de partida para a compreensão de diferentes realidades,aumentando a percepção dos problemas particulares de cada grupo, até se chegar a um consenso sobre a melhor maneira de se efetivar a gestão de seu ambiente.
Em nosso Município objetivamos a mudança de visão do meio ambiente, através de práticas interligadas aos eventos e fatos históricos ocorridos no passado, até os problemas ambientais presentes, gerados tanto pelas sociedades passadas como pelas atuais.
Portanto, ninguém melhor do que aquele que convive com toda essa dificuldade, seja ele Prefeito, Comerciante, Técnico, Produtor, Professor, etc., para realizar essa tarefa conjunta, planejada de acordo com a realidade vivenciada no seu cotidiano, visando o desenvolvimento sustentável adequado e justo para o nosso Município.
Todos adquirindo a consciência real da inter-relação entre o homem e o meio num instrumento essencial para mostrar a necessidade de uma efetiva mudança de comportamento de padrões de sobrevivência enquanto ainda é possível reverter o processo de degradação ambiental e humana deflagrada pelas mãos do homem.
Como sabemos da importância deste Blog para o nosso Município esta sempre publicando excelentes reportagens que abordam todos os aspectos que necessitamos, achei por bem passar as responsáveis pelo mesmo esta esta matéria sobre o" Projeto Óasis " lançado em 2001 em São José de Ubá.
É somente através de parceiros comprometidos com seriedade no desenvolvimento de um País mais justo com mais igualdade de qualidade de vida para todos, que vamos realmente a médio e longo prazo transformarmos a nível local, regional, nacional e mundial o nosso Planeta num verdadeiro "Oásis".
Norma Lúcia Vieira dos Santos
Supervisora Local Emater-Rio
São José de Ubá

quinta-feira, julho 05, 2007

Aniversário da Clemilda dos Santos (Mimilda) comemorado no Ubá Campestre Clube no dia 30 de junho de 2007.
Pelas imagens percebe-se que o pessoal se divertiu muito e se caracterizou legal com o motivo que era "festa junina".
O momento ficou marcado, também, em vídeo, o qual tive a satisfação de assistir e até me divertir com o momento que o pessoal dançou a tradicional quadrilha.
Detalhe: os adultos deixaram de ser adultos... soltaram a criança que existem em cada um :):)
O vídeo está muito grande (não sei diminuir), para ser postado aqui. Mas, o mesmo, se encontra com a amiga Monique Eccard, então para quem quiser guardar uma lembrança ou assistir algo para se deliciar de rir com pura alegria, é só pedir que ela irá apresentar ;)
Paz e bem
*Imagens eviada por: Monique Eccard e Norma Lúcia











segunda-feira, julho 02, 2007

SÃO JOSÉ DE UBÁ
por Vinicios Oliver (Vinilcinho)













































FESTA JUNINA (continuação)
Matéria enviada por Norma Lúcia (Norminha)
Com o conteúdo que se encontra na publicação anterior sobre FESTA JUNINA e o conteúdo que estará nessa ... adeus "site de pesquisas" em relação a pesquisa sobre, o assunto, FESTA JUNINA.
Pois agora, a mesma, pode ser feita aqui :):):)
(imagem acima fica registrada para uma lembrança do, saudoso, amigo de todos: Clébio dos Santos (Bébo))
Cada um dos santos
Somente a partir do século VI os santos católicos Antônio, João e Pedro foram associados às alegres festas de junho. Foi uma forma de a Igreja Católica não só homenagear seus santos mais populares, mas também ofuscar a antiga tradição pagã que predominava nas festas juninas. Veja quem foram esses santos e o que significam para o povo.
Santo Antônio - 13 de junho
São João - 24 de junho
São Pedro - 29 de junho
***
SANTO ANTÔNIO - 13 DE JUNHO
Antônio nasceu em 1195, mas não se chamava assim: era Fernando. Nascido de família rica, estudou em sua cidade natal, Lisboa, e formou-se padre. Aos 25 anos, trocou a Ordem de Santo Agostinho pela Ordem dos Franciscanos. Seu sonho era tornar-se missionário na África. Na nova congregação, adotou o nome de frei Antônio.
Doente, ficou apenas um ano no Marrocos e se mudou para Assis, na Itália, onde teve a felicidade de ser indicado pelo próprio fundador de sua ordem, Francisco de Assis, para lecionar Teologia nas universidades de Milão e de Bolonha. Famoso, excelente pregador e considerado muito inteligente e bem-informado, foi designado para servir em várias cidades da França e chegou a ser provincial (religioso superior de uma província da ordem religiosa) do norte da Itália.
Antônio viveu os cinco últimos anos de vida em um convento de Pádua, na Itália, onde morreu em 13 de junho de 1231, com apenas 36 anos. Por isso é chamado de Santo Antônio de Pádua, mas em Portugal também recebe o nome de Santo Antônio de Lisboa. Muito querido até pelo papa Gregório IX, que o apelidara de "A Arca do Testamento", pelo conhecimento que tinha da Bíblia, Antônio foi canonizado um ano após sua morte. Sua festa é comemorada no dia de sua morte, 13 de junho.
Casamenteiro...
Santo Antônio logo caiu nas graças do povo. Criaram em torno dele o mito de santo casamenteiro, que achava maridos para mulheres e vice-versa, e de santo milagreiro, por achar objetos perdidos. A intimidade do povo com o santo é tanta que, quando ele não corresponde aos pedidos, os crentes costumam castigá-lo, colocando sua imagem de cabeça para baixo ou mesmo "afogando-a" em água, até o pedido ser cumprido. Na passagem da meia-noite para o dia de sua festa, é tradição, em vários pontos do Brasil, as mulheres tirarem a sorte para ver qual a idade de seu futuro marido. Dentro de uma caixa são colocados três limões - um verde, outro meio verde e outro bem maduro. A caixa é deixada num quarto bem escuro. Mais tarde, a mulher entra no quarto e pega um limão da caixa. Se o limão escolhido for o verde, o futuro marido será bem jovem; se for o limão meio verde, o noivo não será tão jovem; se o limão sorteado for o bem maduro, o marido será também maduro, ou seja, com boa idade.
Outra forma de arranjar marido é comer pão diante da imagem de Santo Antônio, pensando bastante na pessoa amada. É tiro e queda: o casamento vai se realizar.
O santo também ganhou outro atributo: dá sorte e fartura. Para obtê-las, os crentes pegam o pão bento distribuído pelas igrejas no dia de Santo Antônio e o colocam no pote de guardar arroz: é garantia de abundância o ano todo.
***
SÃO JOÃO - 24 DE JUNHO

Filho dos personagens bíblicos Isabel e Zacarias, João Batista batizou Jesus Cristo com as águas do Jordão, rio que hoje é fronteira natural entre Israel e Jordânia e entre este país e a Cisjordânia. Diz o capítulo 1 do Evangelho de São Lucas que Isabel era prima da mãe de Jesus, Maria, o que tornava João primo em segundo grau de Cristo.
João Batista é descrito na Bíblia como pessoa solitária, que vivia no deserto e comia gafanhotos e mel. O caminho desse homem estranho e recluso, mas profeta de grande popularidade, cruzou com o da família real da época, a do rei Herodes Antipas, da Galiléia. João condenou publicamente o fato de o rei ser amante da própria cunhada, Herodíades, viúva de Felipe. Conta São Marcos (cap. 6, vers. 17-28) que Salomé, filha de Herodíades, dançou tão bonito diante de Herodes que este lhe prometeu o presente que quisesse. A mãe de Salomé aproveitou a oportunidade para se vingar: anunciou que o presente seria a cabeça de João Batista, que já estava preso. O presente tétrico foi trazido sobre uma bandeja.
A imagem de São João Batista é geralmente apresentada como um menino com um carneirinho no colo. É que foi ele, segundo a Bíblia, que anunciou a chegada do cordeiro de Deus.
João fogueteiro...
Apesar de descrito como um sujeito solitário, o povo se encarregou de criar o mito de que São João Batista adora uma festa barulhenta. No entanto, ele costuma estar dormindo justo na noite de sua festa, 24 de junho. Se o estrondo dos fogos de artifício for alto e for forte o clarão das fogueiras, o santo acorda e, festeiro que é, desce à Terra para comemorar. Mas nesse caso, diz a tradição, existe o sério risco de o mundo acabar pelo fogo.
***
SÃO PEDRO - 29 DE JUNHO

Pedro é outro santo que nasceu com nome diferente. Chamava-se Simão, ou Simeão. Nascido em um vilarejo pagão na Galiléia, levou a vida como pescador na cidade de Carfanaum, até que, junto com seu irmão André, foi convocado por João Evangelista para fazer parte do grupo mais próximo de seguidores de Jesus Cristo.
Simão era um dos apóstolos preferidos de Cristo, que admirava sua liderança firme e lhe deu o nome de Pedro (Petrus), que significa pedra, rocha. Justificando isso, Jesus teria dito: "És Pedro! E sobre esta rocha construirei minha Igreja".
Dizem que Pedro viveu muitos anos após a morte de Jesus Cristo, dedicando sua vida à pregação das palavras de seu mestre pelo Império Romano, tanto na Palestina quanto em Antióquia. Por esse motivo e por sua proximidade com Cristo, ele é considerado fundador da Igreja Católica Romana. Contam algumas versões que Pedro foi executado em Roma quando tinha 64 anos.
Porteiro do céu...
O povo vê São Pedro como o "porteiro do céu", o manda-chuva e o padroeiro dos pescadores. A presença dele na tradição oral portuguesa e brasileira é constante. Quando começa a trovejar, as crianças sempre ouvem dizer que "é a barriga de São Pedro que está roncando" ou que "São Pedro está mudando os móveis do céu de lugar". E, quando chove mesmo, "é São Pedro que está lavando o chão do céu".
Na Bahia e em comunidades pesqueiras do Ceará, São Pedro é comemorado em alto-mar, com uma procissão em meio às ondas. No cortejo em frágeis jangadas artesanais, os fiéis pedem proteção aos céus. A imagem do santo, que também é pescador, é colocada em um andor e vai navegando pelo litoral. Depois do cortejo, os pescadores participam de uma missa campal na beira da praia.
***
FAZEM PARTE DA FESTA JUNINA
*Fogueiras
*Fogos de artifício
*Balões
*Lavagem do santo
*Levantamento do mastro
*Casamento caipira
*Pau-de-sebo
*Quadrilha
*O pau de Santo Antônio
*A festa no Nordeste
*Os costumes sulistas
***
Fogueiras
Além de ser um elemento de reunião das comunidades e famílias, a fogueira tem outros significados milenares: proteção contra maus espíritos, purificação, agradecimento e homenagem a deuses.
Fogos de artifício
Segundo a tradição popular, o barulho dos fogos de artifício espanta maus espíritos e acorda São João para a festa.
Balões
Simbolizam a oferenda aos céus para a realização de pedidos ou agradecimento de desejos satisfeitos.
Lavagem do santo
A tradicional lavagem de São João, no dia 24 de junho, é um batismo simbólico. Segundo a crença popular, no momento da lavagem a água do rio passa a ter poderes de cura. É por isso que os participantes molham os pés, o rosto e outras partes do corpo e guardam um pouco de sua água.
Levantamento do mastro
O mastro de São João é fincado no solo e a seu redor são lançados pedaços de unha, fios de cabelo e sementes, simbolizando o desejo de fertilidade. Apesar de ser "de São João", os três santos homenageados estão representados em sua ponta.
Casamento caipira
Uma das mais divertidas tradições das festas juninas é, sem dúvida, o casamento caipira - também chamado de "casório matuto". A representação, em tom de brincadeira, é cheia de malícia e conotações sexuais. A história sofre pequenas variações, mas o enredo é sempre o mesmo: a noiva fica grávida antes do casamento e os pais obrigam o noivo a se casar com ela. Desesperado, o noivo tenta fugir, mas é impedido pelo delegado e seus soldados, que arrastam o "condenado" ao altar e vigiam a cerimônia. Depois que o casamento é realizado, inicia-se a quadrilha.Os diálogos podem ser criados livremente, desde que as personagens se preocupem em carregar bastante no sotaque caipira. Veja, a seguir uma sugestão para a encenação:
(imagem: Eu (Sandra) - casamento caipira realizado no Centro Educacional Jair de Siqueira Bittencourt em 19...)
Personagens: Padre, Coroinha, Noiva, Noivo, Delegado, Soldados, Pais da noiva e Padrinhos. Cenário: representação de um altar de Igreja ou capela. Os convidados estão posicionados em duas fileiras, deixando o centro para a noiva. O padre, no altar, cercado pelos coroinhas e padrinhos, anuncia a chegada da noiva, que entra com o pai.
Padre - A noiva tá chegando! Vamo batê parma pr'ela, pessoar!!! Cadê o noivo ???
Noiva - Ai mãe, ele num vem, acho que vou dismaiá... (simula um desmaio e é acudida pela mãe e pela madrinha. O pai da noiva faz um sinal para o delegado se aproximar e cochicha alguma coisa em seu ouvido. O delegado concorda com a cabeça.)
Delegado - Pera aí seu padre; eu já vô buscá ele. (sai acompanhado por dois soldados armados de espingarda e cassetetes. Em seguida entra o noivo encurralado pelo delegado, que permanece no altar, grande parte da cerimônia, para que o "condenado" não fuja.)
Padre - Bão, vamo começá logo esse casório. Ocê, Chiquinha Dengosa, promete, de coração, prá marido toda vida, o Pedrinho Foguetão?
Noiva - Mas que pregunta isquisita seu vigário faz prá mim... Eu vim aqui mais o Pedrinho num foi prá dizê que sim???
Padre - E ocê Pedrinho, que me olha assim tão prosa, qué mesmo prá sua esposa a Sinhá Chiquinha Dengosa?
Noivo - Num havia de querê, num é essa minha opinião mas, se não caso com a Chiquinha , vô direto pro caixão... (diz isso olhando de esguelha para o delegado, que segura uma espingarda)Padre - Então, em nome do cravo e do manjericão, caso a Chiquinha Dengosa com o Pedrinho Foguetão! E Viva os noivos!
Convidados - VIVA!!! (conforme os noivos passam, os convidados jogam arroz)
Padre - E vamo pro baile, pessoar!!!

Pau-de-sebo

É uma das brincadeiras mais comuns das festas juninas e tem origem portuguesa. Prêmios são colocados na ponta de um mastro engraxado com sebo. Ganha quem conseguir escalar o mastro, que tem no mínimo 5 metros de altura, e pegar a prenda.

Quadrilha

Roda de quadrilha

Em 1808, com a chegada da Corte portuguesa ao Brasil, difundiu-se, entre outras coisas, uma dança de origem francesa que logo caiu no gosto popular e foi incorporada às festas juninas: a quadrilha. Além dela, atualmente também são comuns folguedos e danças específicas de cada região do país. Por exemplo, no Nordeste, dança-se o coco e o boi-de-são-joão. Nas regiões cafeicultoras, o cateretê, a cana-verde, o samba-de-lenço, a ciranda e o batuque. No Amazonas, a polca, a valsa e o samba.

Vamos dançar!Na quadrilha, homens e mulheres, de braços dados, entram em fila, puxados pelo "marcante" e pelo "contramarcante", que determinam a ordem dos passos. Veja o significado de alguns comandos e repare a origem francesa da maioria das palavras:

Balancê (Balancer): Os casais dançam juntos balançando em seus lugares.Cumprimento vis-à-vis; anavan; tu (Vis-a-vis; en avant; tout): Em filas defronte uma da outra, homens e mulheres avançam até se encontrar e se cumprimentam.

Anarriê (En arrière): Homens e mulheres voltam a seus lugares.

Balancê com seus pares. Tur (Tour): Os pares, rodando, dão uma volta, no mesmo lugar.

Otrefoá (Autrefois): Repetem o Balancê.

Viravortê: Em círculo, cada cavalheiro passa a dama para o cavalheiro de trás. O mesmo passo é repetido até que todas alcancem seus pares.

O pau de Santo Antônio

Há pelo menos 100 anos é assim. No município de Barbalha, sul do Ceará, a 550 quilômetros de Fortaleza, é tradição cortar um enorme tronco de aroeira - com cerca de 22 metros e duas toneladas - para o ritual de abertura da festa de Santo Antônio.

A árvore recebe a bênção do vigário ainda na mata,na serra do Araripe, e depois é levada até a sede da igreja, nos ombros dos devotos, em um cortejo que reúne milhares de pessoas. São 6 quilômetrosaté a praça da igreja matriz e, durante o percurso,o "capitão do pau" orienta os carregadores. Na frente, uma carroça leva bebida, que refresca os mais cansados. Mas nada de água: para matar a sede, apenas a "cachaça do vigário". No fim do percurso,o tronco é fincado na frente da igreja e transformado em mastro para a bandeira de Santo Antônio, padroeiro da cidade. Todos os anos, os moradores tentam superar o tamanho e o peso do tronco da árvore. Antes do ritual, o "pau de Santo Antônio", como é popularmente chamado, permanece 15 dias na "cama". Ou seja, sob os efeitos do sol, a árvore desidrata e fica mais leve. Mesmo assim, os acidentes entre os que disputam transportar a madeira até a matriz são freqüentes. Na crendice popular, quem tocar no tronco da aroeira terá sorte no amor. Se for solteiro ou solteira, casa. Quem já encontrou seu par, terá companhia garantida. Pelo caminho, devotos mais aflitos tentam tirar lascas do tronco para um chá que, acredita-se, tem efeitos milagrosos. A fama de milagreiro do padroeiro atrai católicos de todo o Ceará e também de Estados vizinhos. Já em Fortaleza, Santo Antônio é tido como o santo dos pobres. Assim, no dia 13 de junho, a tradição manda distribuir pães em bairros de periferia e para as famílias sem-teto. Fiéis levam centenas de pães no porta-malas do carro e fazem a distribuição nas ruas e nas praças.

A festa no Nordeste

É de lei. São os forrós tradicionais que sustentam uma noite de São João. Depois da quadrilha, hora de cair no ritmo nordestino. Ao som de sanfona, reco-reco, triângulo e zabumba, o arrasta-pé vai até de manhã. A palavra "forró" é a abreviatura de forrobodóe forrobodança, de uso comum na imprensa pernambucana do século XIX, para designar o local onde aconteciam os bailes populares. Com as grandes migrações para São Paulo, Rio de Janeiroe Brasília, os nordestinos levaram esse ritmo parao resto do país. Na década de 70, surgiram as chamadas casas de forró, freqüentadas, em sua maioria, por migrantes saudosos de sua terra natal. Nessa época do ano, no entanto, o ritmo volta com força nos grandes festivais de quadrilha.

Você sabia?

A cidade de Caruaru (PE) construiu a "Vila do Forró": uma réplica de cidade típica do sertão nordestino com todos os seus habitantes. Lá é feito o "maior cuscuz do mundo", registrado no Guiness Book: 700 quilos de massa, 3,3 metros de altura e 1,5 de diâmetro. Já Campina Grande (PB) afirma ter "o maior São João do mundo" e recebe visitantes de todo o Brasil.

Os costumes sulistas

No Rio Grande do Sul, as festas juninas preservamos trajes típicos do Estado, no lugar do chapéu de palha e da roupa remendada encontrados no interior de São Paulo. Em municípios como Rio Pardo, Capivari, Taquari e Santo Antônio da Patrulha a tradição se mantém. Uma das mais fortes é andar - descalço - sobre as brasas da fogueira. O ritmo é o vanerão, que faz sacolejar bombachas e os vestidos rodados das moças (chamadas "prendas").

***
Bem, o negócio é esse ... o caso é esse:
O Brasil é um país muito rico em acervo cultural, mas é de fundamental importância conhecê-lo, para que possamos compor a identidade de nosso povo. É através destas manifestações folclóricas, que mantêm vivas as tradições e costumes de um povo, preservando deste modo, sua identidade para futuras gerações ;)
Paz e Bem





sábado, junho 30, 2007

Nessa publicação não tem uma cidadã, especificamente, ubaense.
Não foi uma estória acontecida na cidade de São José de Ubá.
Mas, hoje, acredito eu, essa menina é cidadã de todas as cidades do mundo sendo um dolorido meio de alerta.
Essa tragédia não aconteceu apenas na cidade onde ela reside...
Tragédias por conseqüência de bebida e direção acaba fazendo parte de todas as cidades em algum momento.
Não vejo campanha alguma que tenha sido realizada na esperança de não perder vidas... vidas... vidas... pedindo "não beba".
Vejo campanhas pedindo algo "bem simples":
SE DIRIGIR, NÃO BEBA.
SE BEBER, NÃO DIRIJA!
Sei estar saindo do contexto do blog, deixo pedido de desculpa.
SE DIRIGIR, NÃO BEBA.
SE BEBER, NÃO DIRIJA!
fonte para informação: www.google.com.br (pesquisar por Jaqueline Saburido)

terça-feira, junho 26, 2007

FESTA JUNINA
pesquisa realizada e dados fornecido por Norma Lúcia Vieira dos Santos
(Norminha)

Nessa publicação estará um bom apanhado dessa bela tradição, com:

origem, crendices popular e receitinhas deliciosas ;)

Paz e Bem

Fotografia: Norma Lúcia (Norminha)

ORIGEM DA FESTA JUNINA

Existem duas explicações para o termo festa junina. A primeira explica que surgiu em função das festividades ocorrem durante o mês de junho. Outra versão diz que está festa tem origem em países católicos da Europa e, portanto, seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.

De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial (época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal).

Nesta época, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Da França veio a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China, região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos. Da península Ibérica teria vindo a dança de fitas, muito comum em Portugal e Espanha.

Todos estes elementos culturais foram, com o passar do tempo, misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros (indígenas, afro-brasileiros e imigrantes europeus) nas diversas regiões do país, tomando características particulares em cada uma delas.

Festas Juninas no Nordeste
Embora sejam comemoradas nos quatro cantos do Brasil, na região Nordeste as festas ganham uma grande expressão. O mês de junho é o momento de se fazer homenagens aos três santos católicos: São João, São Pedro e Santo Antônio. Como é uma região onde a seca é um problema grave, os nordestinos aproveitam as festividades para agradecer as chuvas raras na região, que servem para manter a agricultura.

Além de alegrar o povo da região, as festas representam um importante momento econômico, pois muitos turistas visitam cidades nordestinas para acompanhar os festejos। Hotéis, comércios e clubes aumentam os lucros e geram empregos nestas cidades. Embora a maioria dos visitantes seja de brasileiros, é cada vez mais comum encontrarmos turistas europeus, asiáticos e norte-americanos que chegam ao Brasil para acompanhar de perto estas festas.

Comidas típicas
Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento. Pamonha, cural, milho cozido, canjica, cuzcuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos.Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bombocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais.
Tradições
As tradições fazem parte das comemorações. O mês de junho é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de quadrilhas. Os balões também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em função das leis que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que representam.
No Nordeste, ainda é muito comum a formação dos grupos festeiros. Estes grupos ficam andando e cantando pelas ruas das cidades. Vão passando pelas casas, onde os moradores deixam nas janelas e portas uma grande quantidade de comidas e bebidas para serem degustadas pelos festeiros.
Já na região Sudeste são tradicionais a realização de quermesses. Estas festas populares são realizadas por igrejas, colégios, sindicatos e empresas. Possuem barraquinhas com comidas típicas e jogos para animar os visitantes. A dança da quadrilha, geralmente ocorre durante toda a quermesse.
Como Santo Antônio é considerado o santo casamenteiro, são comuns as simpatias para mulheres solteiras que querem se casar. No dia 13 de junho, as igrejas católicas distribuem o "pãozinho de Santo Antônio". Diz a tradição que o pão bento deve ser colocado junto aos outros mantimentos da casa, para que nunca ocorra a falta. As mulheres que querem se casar, diz a tradição, devem comer deste pão.
***
SIMPATIAS
Sabedoria de bananeira
Na noite de São João, de 23 para 24, deve-se enfiar uma faca virgem (nova) na bananeira. No dia seguinte, de manhã bem cedo, retire a faca que nela aparecerá o nome do(a) futuro(a) noivo(a). Outra variante dessa simpatia diz que o nome do(a) futuro(a) marido/mulher aparecerá escrito no caule da bananeira. Alguns preferem ver o nome escrito no tronco da bananeira. Ainda há outra variante, mais rápida: enfia-se a faca na bananeira e, ao retirá-la, você ouvirá o nome do(a) futuro(a) companheiro(a).
Papéis mágicos
Na noite de São João, escreva em pequenos papéis o nome de vários(as) pretendentes. Enrole-os e jogue-os em uma bacia ou copo d'água. O papel que se desenrolar primeiro indicará o nome do(a) futuro(a) companheiro(a).
A idade do cônjuge
Passe um ramo de manjericão sobre a fogueira e jogue-o sobre o telhado de sua casa. Se na manhã seguinte ele ainda estiver verde, é sinal de casamento com pessoa jovem. Se estiver murcho, com pessoa mais velha.
Oráculo de carvão
Pegue dois pedaços de carvão da fogueira de São João. À meia-noite, coloque os carvões em uma bacia com água. Se afundar o maior é porque o marido vai morrer primeiro. Afundando os dois, o casal vai morrer junto. Se os dois carvões boiarem, o casal terá vida longa.
***
CRENDICES
*Sonho lotérico
Se você sonhar com um bicho na véspera de São João, deve jogar na loteria porque vai ganhar com certeza.
*Energia do santo
Regue as plantas antes de o Sol nascer, no dia de São João. As plantas crescerão bem mais fortes.
*O poder do carvão.
O carvão que sobra depois que a fogueira apaga adquire poderes sobrenaturais. Com ele, pode-se cobrir os ovos das aves para que a ninhada seja forte e saudável..
*Andar com um pedaço de carvão da fogueira no bolso traz felicidade e dinheiro o ano todo.. *Jogar na fogueira um galho de alecrim, arruda ou uma trança de alho espanta o mau-olhado..
*Os carvões que restarem podem ser enviados a parentes e amigos, pois são considerados bentos..
*Quem possuir um carvão da fogueira viverá até o próximo São João.
*O poder do mastro.
Para obter boa colheita, prenda junto à bandeira do mastro laranjas, pencas de banana e espigas de milho, pedindo a proteção dos santos.. As espigas de milho que ficam no mastro são recolhidas e usadas para o plantio. Dizem que quem achar no dia da festa uma espiga com 15 fileiras ficará rico.
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São João na cozinha
No dia da festa de São João, era costume deixar as portas das casas abertas. Os vizinhos e conhecidos podiam entrar para provar os pratos de uma mesa muito farta e variada. No Norte e no Nordeste do Brasil, come-se ainda muita castanha-do-pará ou de caju e guloseimas feitas de coco ou de macaxeira. No Sul e no Sudeste, muito pinhão e amendoim. Mas quem impera nas festas juninas é o milho. Além de ser um dos alimentos mais antigos do mundo, originado aqui mesmo nas Américas há pelo menos 7 mil anos, a época de sua colheita coincide com as festas juninas. Experimente fazer estas receitas. São fáceis e podem ser preparadas também pelas crianças - sempre, é claro, com a supervisão e ajuda de um adulto.
RECEITINHAS
Bolo de milho
Pé-de-moleque com farinha
Pé-de-moleque
Bolo de fubá de massa cozida
Canjica
Canjica com amendoim
Bolo de milho com coco
Curau
Quentão
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*Bolo de milho
Ingredientes:
4 espigas de milho
1 ½ xícara de chá de farinha de trigo
1 colher de sopa de fermento
1 xícara de chá de manteiga
1 lata de leite condensado
4 ovos
Preparo:
Bata a manteiga em creme e, sem parar, junte o leite condensado e os ovos. Acrescente o milho ralado e peneirado. Em seguida, misture levemente a farinha de trigo peneirada. Por último, misture o fermento. Despeje em fôrma para pudim, untada e polvilhada,e asse em forno médio por 35 minutos.
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*Pé-de-moleque com farinha
Ingredientes
1 prato ou ½ quilo de amendoim descascado
2 rapaduras pequenas
½ prato de farinha de mandioca
1 pedaço pequeno de gengibre ralado
Preparo:
Coloque os amendoins em uma assadeira e torre-os no forno. Retire-lhes a pele colocando-os sobre um pano limpo e esfregando. Passe os amendoins na máquina de moer carne ou soque-os com um pilão.Derreta as rapaduras em 3 xícaras de água com o gengibre. Deixe ferver até o ponto de bala. Junte o amendoim e a farinha de mandioca e misture.Retire do fogo e bata o doce com uma colher de pau, despejando-o em seguida sobre o mármore dapia untado com manteiga ou margarina. Corte o pé-de-moleque em quadrados ou losangos.
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*Pé-de-moleque
Ingredientes:
1 prato fundo de amendoim descascado
3 copos de leite
2 pratos fundos de açúcar
1 colher de sopa de manteiga
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
Preparo:
Leve os amendoins ao forno médio por cerca de 30 minutos, revirando-os de vez em quando para que torrem por igual. Para retirar-lhes a pele com facilidade, basta colocá-los num pano limpo e esfregar. Reserve os amendoins. Coloque todos os ingredientes, menos os amendoins, em uma panela grande. Em fogo brando, deixe ferver por uma hora e meia, mexendo até formar uma calda grossa.Unte com manteiga ou margarina o mármore da pia. Retire do fogo a calda grossa e bata-a bem com uma colher de pau. Quando começar a açucarar, acrescente os amendoins, misturee despeje no mármore. Corte em quadrados ou losangos e deixe esfriar antes de separar os pés-de-moleque.
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*Bolo de fubá de massa cozida
Ingredientes:
½ litro de leite
3 xícaras de chá de fubá
2 colheres de manteiga ou margarina derretida
1 ½ xícara de açúcar
3 ovos
1 colher de fermento em pó erva-doce e sal a gosto
Preparo:
Prepare uma mistura em ponto de angu com o fubá, o leite, a erva-doce, o açúcar e o sal. Deixe esfriar. Bata à parte as claras em neve, acrescente as gemas e misture-as com um garfo no angu já frio. Leve para assar, em fôrma untada e polvilhada, em forno quente. Depois de frio, corte em quadrados.
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*Canjica
Ingredientes:
1 e ½ xícara de milho de canjica
1 lata de leite condensado
leite
canela em pó para polvilhar
Preparo:
Na véspera, deixe o milho de canjica de molho em água fria. Renove a água e cozinhe em panela de pressão com 3 litros de água fria por 2 horas. Depois de cozido, junte uma lata de leite condensado, a mesma medida de leite e deixe ferver por mais cinco minutos, mexendo sempre. Despeje em uma tigela e sirva polvilhada com canela.
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*Canjica com amendoim
Ingredientes:
1 quilo de canjica
2 litros de leite
1 coco pequeno (400 gramas) ralado
250 gramas de amendoim torrado e moídoaçúcar a gostocanela em paucanela em pó
Preparo:
Deixe a canjica de molho de um dia para o outro. Cozinhe com água suficiente para cobrir a canjica - na panela de pressão é mais rápido. Quando estiver com pouca água, coloque o leite, o coco e o amendoim e deixe ferver. Depois é só acrescentar a gosto o restante dos ingredientes. Sirva em tigela pequena ou prato fundo.
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*Bolo de milho com coco
Ingredientes:
8 espigas de milho
5 ovos
2 xícaras de chá de açúcar
1 colher de sopa de margarina
2 copos de leite
½ pacote de coco ralado ou leite de coco.
Preparo:
Corte as espigas de milho pela altura, retirando os grãos. Despeje o milho no liquidificador e junte a ele todos os outros ingredientes (coloque metade do pacote de coco ralado ou um pouco de leite de coco, de acordo com sua preferência). Despeje tudo em uma assadeira ou em uma travessa grande bem untada de margarina e leve ao forno quente.
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*Curau
Ingredientes:
10 espigas médias de milho verde
2 litros de leite integral
3 xícaras de chá de açúcar
1 pitada de sal
canela em pó
Preparo:
Depois de limpas e lavadas, rale as espigas em um ralador comum de cozinha. Passe uma colher pelos sabugos para extrair mais sumo e misture-o ao milho ralado. Coloque o milho em uma tigela grande e misture 1 litro de leite. Coe a massa em um pano, apertando bem. Aos poucos, adicione o outro litrode leite à massa que está dentro do pano, apertando-o para tirar mais caldo. Continue adicionando leite e apertando o pano enquanto o caldo coado sair muito amarelo. Despeje o caldo de milho em uma panela grande e acrescente o açúcar e o sal. Cozinhe por45 minutos, mexendo sempre. Prove para testar o cozimento. Você também pode saber se está bem cozido pelo cheiro forte de milho. Despeje em recipientes pequenos; polvilhe com a canela, se quiser. Pode ser servido quente, frio ou gelado.
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*Quentão
Ingredientes:
1 garrafa de pinga
2 litros de água
150 gramas de gengibre cortado
açúcar a gosto (mais ou menos ½ quilo)
cravo, canela e erva-doce
Preparo:
Faça um chá com o cravo, a canela, a erva-doce,o gengibre e o açúcar. Doure um pouco 1 xícara de açúcar, acrescentando em seguida 4 xícaras de água. Depois que o açúcar derreter, despeje essa calda no chá. Quando for servir, retire o gengibre e coloque a pinga. Esta receita pode ser feita dias antes e guardada em garrafões bem tampados.






Esse é o mês para as comemorações da tradicional “FESTA JUNINA”.
Em São José de Ubá esse festejo se prolonga tornando-se assim, também, FESTA JULINA e FESTA AGOSTINA. Isso pelo fato de que uma festa, realizada por algum grupo, não aconteça junto há outra.
Como será nossa primeira publicação em relação a esse assunto, como a publicação “do folclore”, também, ficará registrado aqui em nosso blog, em prioridade, informações que agreguem valor a matéria.
Uma questão de que a cultura permaneça viva ;)
Paz e Bem

sexta-feira, junho 22, 2007

Espetáculo, à parte, em São José de Ubá

Para quem esteve presente ao momento em que a equipe Força e Ação esteve em nossa cidade, provavelmente ficou satisfeito, ao assistir, a bela apresentação feita, por eles, com um excelente profissionalismo.
A publicação sai um pouco atrasada pois a presença deles se fez no dia 08 de junho/2007. Mas por ter sido um momento em que tantos ubaenses, juntos, estiveram presentes para assistir esse espetáculo, à parte, é merecer ficar registrado, assim, em nosso blog.

Informação para os, ubaenses, apaixonados por motocross:
Está acontecendo, logo depois da oficina do Batista, encontro entre motoqueiros, todo domingo, para a prática de motocross. Prática essa que o amigo, de muitos, que vem participando, Vancler, já se encontra com o braço “todo” engessado (apesar de ter quebrado “1” dedo :O) e alguns machucados por toda a perna. Mas, por certo, isso não é motivo para desânimo :).
O correto parece estar sendo feito que é “TER LUGAR CERTO” para se praticar essa modalidade esportiva.
O profissionalismo só surge através da responsabilidade।


Para quem é apreciador, dessa modalidade esportiva, o site da equipe Força e Ação:
www.forcaeacao.com.br

É, realmente, um belo show de capacidade desses profissionais ;).


Paz e Bem

Imagens: Andréia Morenno e Rafael