





(imagem acima fica registrada para uma lembrança do, saudoso, amigo de todos: Clébio dos Santos (Bébo))
Antônio nasceu em 1195, mas não se chamava assim: era Fernando. Nascido de família rica, estudou em sua cidade natal, Lisboa, e formou-se padre. Aos 25 anos, trocou a Ordem de Santo Agostinho pela Ordem dos Franciscanos. Seu sonho era tornar-se missionário na África. Na nova congregação, adotou o nome de frei Antônio.

(imagem: Eu (Sandra) - casamento caipira realizado no Centro Educacional Jair de Siqueira Bittencourt em 19...) Pau-de-sebo
É uma das brincadeiras mais comuns das festas juninas e tem origem portuguesa. Prêmios são colocados na ponta de um mastro engraxado com sebo. Ganha quem conseguir escalar o mastro, que tem no mínimo 5 metros de altura, e pegar a prenda.
Quadrilha
Roda de quadrilha
Em 1808, com a chegada da Corte portuguesa ao Brasil, difundiu-se, entre outras coisas, uma dança de origem francesa que logo caiu no gosto popular e foi incorporada às festas juninas: a quadrilha. Além dela, atualmente também são comuns folguedos e danças específicas de cada região do país. Por exemplo, no Nordeste, dança-se o coco e o boi-de-são-joão. Nas regiões cafeicultoras, o cateretê, a cana-verde, o samba-de-lenço, a ciranda e o batuque. No Amazonas, a polca, a valsa e o samba.
Vamos dançar!Na quadrilha, homens e mulheres, de braços dados, entram em fila, puxados pelo "marcante" e pelo "contramarcante", que determinam a ordem dos passos. Veja o significado de alguns comandos e repare a origem francesa da maioria das palavras:
Balancê (Balancer): Os casais dançam juntos balançando em seus lugares.Cumprimento vis-à-vis; anavan; tu (Vis-a-vis; en avant; tout): Em filas defronte uma da outra, homens e mulheres avançam até se encontrar e se cumprimentam.
Anarriê (En arrière): Homens e mulheres voltam a seus lugares.
Balancê com seus pares. Tur (Tour): Os pares, rodando, dão uma volta, no mesmo lugar.
Otrefoá (Autrefois): Repetem o Balancê.
Viravortê: Em círculo, cada cavalheiro passa a dama para o cavalheiro de trás. O mesmo passo é repetido até que todas alcancem seus pares.
O pau de Santo Antônio
Há pelo menos 100 anos é assim. No município de Barbalha, sul do Ceará, a 550 quilômetros de Fortaleza, é tradição cortar um enorme tronco de aroeira - com cerca de 22 metros e duas toneladas - para o ritual de abertura da festa de Santo Antônio.
A árvore recebe a bênção do vigário ainda na mata,na serra do Araripe, e depois é levada até a sede da igreja, nos ombros dos devotos, em um cortejo que reúne milhares de pessoas. São 6 quilômetrosaté a praça da igreja matriz e, durante o percurso,o "capitão do pau" orienta os carregadores. Na frente, uma carroça leva bebida, que refresca os mais cansados. Mas nada de água: para matar a sede, apenas a "cachaça do vigário". No fim do percurso,o tronco é fincado na frente da igreja e transformado em mastro para a bandeira de Santo Antônio, padroeiro da cidade. Todos os anos, os moradores tentam superar o tamanho e o peso do tronco da árvore. Antes do ritual, o "pau de Santo Antônio", como é popularmente chamado, permanece 15 dias na "cama". Ou seja, sob os efeitos do sol, a árvore desidrata e fica mais leve. Mesmo assim, os acidentes entre os que disputam transportar a madeira até a matriz são freqüentes. Na crendice popular, quem tocar no tronco da aroeira terá sorte no amor. Se for solteiro ou solteira, casa. Quem já encontrou seu par, terá companhia garantida. Pelo caminho, devotos mais aflitos tentam tirar lascas do tronco para um chá que, acredita-se, tem efeitos milagrosos. A fama de milagreiro do padroeiro atrai católicos de todo o Ceará e também de Estados vizinhos. Já em Fortaleza, Santo Antônio é tido como o santo dos pobres. Assim, no dia 13 de junho, a tradição manda distribuir pães em bairros de periferia e para as famílias sem-teto. Fiéis levam centenas de pães no porta-malas do carro e fazem a distribuição nas ruas e nas praças.
A festa no Nordeste
É de lei. São os forrós tradicionais que sustentam uma noite de São João. Depois da quadrilha, hora de cair no ritmo nordestino. Ao som de sanfona, reco-reco, triângulo e zabumba, o arrasta-pé vai até de manhã. A palavra "forró" é a abreviatura de forrobodóe forrobodança, de uso comum na imprensa pernambucana do século XIX, para designar o local onde aconteciam os bailes populares. Com as grandes migrações para São Paulo, Rio de Janeiroe Brasília, os nordestinos levaram esse ritmo parao resto do país. Na década de 70, surgiram as chamadas casas de forró, freqüentadas, em sua maioria, por migrantes saudosos de sua terra natal. Nessa época do ano, no entanto, o ritmo volta com força nos grandes festivais de quadrilha.
Você sabia?
A cidade de Caruaru (PE) construiu a "Vila do Forró": uma réplica de cidade típica do sertão nordestino com todos os seus habitantes. Lá é feito o "maior cuscuz do mundo", registrado no Guiness Book: 700 quilos de massa, 3,3 metros de altura e 1,5 de diâmetro. Já Campina Grande (PB) afirma ter "o maior São João do mundo" e recebe visitantes de todo o Brasil.
Os costumes sulistas
No Rio Grande do Sul, as festas juninas preservamos trajes típicos do Estado, no lugar do chapéu de palha e da roupa remendada encontrados no interior de São Paulo. Em municípios como Rio Pardo, Capivari, Taquari e Santo Antônio da Patrulha a tradição se mantém. Uma das mais fortes é andar - descalço - sobre as brasas da fogueira. O ritmo é o vanerão, que faz sacolejar bombachas e os vestidos rodados das moças (chamadas "prendas").
Não vejo campanha alguma que tenha sido realizada na esperança de não perder vidas... vidas... vidas... pedindo "não beba". Nessa publicação estará um bom apanhado dessa bela tradição, com:
origem, crendices popular e receitinhas deliciosas ;)
Paz e Bem
Fotografia: Norma Lúcia (Norminha)


Nesta festa da Igreja comemorada no MUNDO TODO tivemos a graça de participarmos de uma grande festa da nossa Igreja aqui de São José de Ubá , a participação em massa da comunidade ( rural e urbana) tanto nas confecções dos tapetes como na procissão que foi lindíssima tivemos a oportunidade de adorarmos Jesus Eucarístico com toda força do nosso coração e respondemos a ordem do Senhor ( tomai e comei isto é o meu corpo) e é exatamente o que aconteceu a festa do corpo de Cristo.
Como a grande maioria conhece, eis a pedra que tem o belo nome de "Dedo de Deus" localizada na serra de Teresópolis-RJ.From: Monique Eccard
To: Sandra Valeriote
Sent: Tuesday, January 03, 2006 9:34 AM
Subject: COMO VAI VOCE
Eu sempre estarei ao teu lado amiga!!!!! Sempre...Se uma de nós morrer 1°.... a outra sempre a terá no coração viva!!! Certo!!!!!
----- Original Message -----
From: Sandra Valeriote
To: Monique Eccard
Sent: Tuesday, January 03, 2006 9:53 AM
Subject: Re: COMO VAI VOCE
CERTO!!!!!!!!!!!! MAS PERAÍ.................. QUEM VAI MORRER PRIMEIRO?????????????????FICA VALENDO ENTÃO...... SE EU MORRER PRIMEIRO TE BUSCO.............RSRS
----- Original Message -----
From: Monique Eccard
To: Sandra Valeriote
Sent: Tuesday, January 03, 2006 9:56 AM
Subject: Re: COMO VAI VOCE
Peraí vc.. agora... não disse nada sobre quem morrer 1° vir buscar a outra não.. mas se der uma ajudinha lá do céu né nada mal..rssss
Então pelo projeto de escalar o "Dedo de Deus", sendo que eu (sandra) fico sempre quietinha dentro de casa, através de uma análise fria pode-se perceber que a probalidade em questão está nela mandar a ajudinha para mim :-).
Aproveito a oportunidade já que o assunto é da, corajosa, ubaense, Monique Eccard, para deixar registrado mais duas, belas, ubaenses, Francilaine (Lili) e Adriana.
Elas (Monique, Lili e Adriana) estão, maravilhosamente bem, fazendo a diferença em suas vidas para, também, o que existe de melhor: renascendo para o estudo.
Nosso município em breve estará com essas três, futuras, assistentes sociais, maravilhosas.
Um dos momentos vividos por elas encontra-se nesse link:
http://www.intelectos.com.br/site/fotos_palestra.php
PS: se o teto da minha casa cair em cima da minha cabeça, ninguém precisa chorar por mim :P
Mas se minha amiga, Monique, não conseguir escalar o Dedo de Deus, que aconteçam muitas lágrimas por ela.