Quando nos fazemos atentos a vida observamos com muita clareza que existe um espelho que reflete cada um em seu "eu" interior .quarta-feira, fevereiro 28, 2007
Quando nos fazemos atentos a vida observamos com muita clareza que existe um espelho que reflete cada um em seu "eu" interior .terça-feira, fevereiro 27, 2007
Alguém presenciou esse pessoal, acima, passando, pelas ruas da cidade?
Esses cachorrinhos quiseram acompanhar-nos para o festejo... Mas a Monique deixou eles para trás. Coitadinhos dos cachorrinhos!!!
A Norminha já estava dormindo...
Um detalhe muito importante: POR FAVOR, nunca façam comigo (Sandra) algo assim, se tiverem intenção de fazer me deixem avisada que irão me acordar no meio da noite, dentro do meu quarto fazendo bagunça...
A Norminha é um anjo, ser acordada da forma que foi e ainda assim "levantar nosso astral" :):):):)
FESTA COM ALEGRIA!

Partimos da casa da Norminha para a casa do Matheuzinho (para quem não sabe, é filho da Leninha)... Ele também estava em seu sono angelical... Depois de acordá-lo, fazendo muita bagunça, pedimos humildemente desculpas... Ele desculpou! Como disse a Monique, isso era importante dizer no blog...

Agora eis a questão: Entre os quatro acima (Norminha, Gustavo, Sandra e Matheus) tem quem sabe tocar, de verdade, violão e tem quem não sabe nada. Quem sabe? Quem não sabe?
sábado, fevereiro 24, 2007



Vou usar essa publicação onde o assunto em questão foi um destaque a literatura, que envolve educação, para deixar um "ponto de vista pessoal" sobre um assunto muito em destaque: PAZ.Existe um velho ditado que diz: “pedir Deus deixou, dá quem quer”. E, em dias atuais, a paz vem sendo "muito" solicitada pelo ser humano ... “precisamos de paz!”... “queremos paz!”... “justiça para que se tenha paz!”
De volta ao ditado acima: esse pedido de paz está sendo feito a quem? Seria a uma classe que foi excluída, esquecida? Será que esse pedido de paz está sendo feito a um homem, hoje já feito, mas que um dia foi uma criança abandonada, mal tratada, que não teve oportunidade alguma para estar no meio da sociedade dita justa? Usar como desculpa pobreza, exclusão social ou seja lá qual outra situação seja é justificativa para se formar violência? Para muitos não, mas pelo que estamos acompanhando no dia a dia muitos se entregam ao lado mal da vida. E em suma uma das grandes desculpa/justificativa de atos de violência é a pobreza acompanhada da exclusão social.
Acabo de completar 35 anos, e quando penso na minha infância parece que a vivi séculos passado. Não me lembro de ter visto ninguém pedindo paz na minha época de criança, de adolescente. Me lembro é que existiam ATITUDES que aconteciam dentro da minha casa (pelos meus pais), como também na dos meus amigos, dentro da minha escola (pelo diretor, professores, secretários, faxineiros – TODOS ERAM RESPEITADOS), atitudes na sociedade ... Era assim: As pessoas não pediam, elas agiam.
Coitados de nós se fizéssemos algo, errado, na escola e o professor enviasse um bilhetinho aos pais. Agora fico espantada quando converso com algum professor e ele diz: - coitados de nós se enviarmos um bilhetinho aos pais.
Os filhos parecem estar ganhando um poder de que: eu sou o melhor, eu posso tudo... Mas acontece que os filhos são os melhores e podem tudo com os pais (sem generalização), com a sociedade não. E é com a sociedade que será o convívio desses filhos na vida adulta (Ninguém é melhor ou pode tudo! - é onde entra o professor que vai colaborar em muito levando as nossas crianças ao convívio social - Então: RESPEITO AO PROFESSOR!). As nossas crianças de hoje, adultos das próximas décadas, também estarão passando pelo convívio com essas crianças que hoje não existem para a sociedade. Essas crianças, de hoje, excluídas, serão os adultos que, também, não terão “coração” no futuro. E o pedido continuará: "queremos paz!"... "precisamos de paz!" ... "justiça para que se tenha paz!".
Sem a EDUCAÇÃO “PARA TODOS” pedido de paz será sempre um movimento feito apenas para nós mesmos.
Como ensinar, hoje, a esses adultos marginalizados que existem “leis” para o convívio social? Sendo que quando crianças ninguém olhou por eles.
EDUCAÇÃO PARA TODOS HOJE... PAZ NO CONVÍVIO FUTURO DA PRÓXIMA GERAÇÃO.
segunda-feira, fevereiro 12, 2007
Paz e Bem
terça-feira, fevereiro 06, 2007

...
Mudando o estilo de escrever porque não está combinando comigo :) :) :)
Pois bem, o negócio é esse o caso é esse...
A querida Lucilia é gente que amo! Pois é pessoa que não deixa a peteca cair, é pessoa que faz a diferença, é pessoa guerreira.
As dificuldades da vida? Ela (Lucilia) teve e tem muitas. Mas as dificuldades da sua vida não se transformaram e nem se transformam em muralha, angústias ou lamentações.
É prazeroso pensar e escrever sobre um ser humano como a Lucilia, ubaense de coração.
Caramba! Tudo é tão mais fácil quando a vida oferece confortos ... facilidades ...
Tudo é tão mais fácil quando as possibilidades para se ter cultura está acessível.
Mas e quando a pessoa (Lucilia) mora numa zona rural (no Brasil), é professora de crianças humildes, simples demais, não possui recursos cultural disponíveis, é esposa, é mãe, é responsável em cuidar das suas criações (porco, galinha, patos, gatos, cachorros...)????
E no entanto essa pessoa (Lucilia), hoje, trabalhando com artesanatos para acrescentar ao orçamento doméstico, madrugadas afora, se ocupa ao mesmo tempo em escrever sua redação, se preocupa em participar, tem em si o desejo de apresentar o seu ponto de vista de maneira digna.
O mundo precisa e merece mais “Personalidades Lucilia´s”.
Ela assumiu a banca de jornal da nossa cidade, São José de Ubá, então poucos dias atrás, voltando de uma viagem e ainda sem saber que a banca estava sob a direção dela, eu estava passando e fui chamada por ela para ser informada.
Lucilia e seus amados:Esposo Waldemar - Filhas: Érica e Flávia - Netos: Jackeline, Felipe, José Jorge e Paulo Renato
Lucilia e seu mundo: "vovó faz arte" - criação de belíssimas peças artesanais.
Conseguimos presentear de uma forma muito bacana nossos parentes e amigos com peças feita por ela ... cada peça um toque especial, feita com muito carinho...
A você, querida, Lucilia deixo uma singela homenagem que são palavras ditas numa letra de música, que amo, acredito que combina demais com você.
Com carinho, Sandra Valeriote
"...penso que cumprir a vida seja simplesmente compreender a marcha e ir tocando em frente..."
"... cada um de nós compõe a sua estória ... cada ser em si carrega o dom de ser capaz e ser feliz..."
Fica aos leitores a redação feita pela professora Lucilia.
Redação esta que estará na coletânea: "A importância do livro no Brasil do século 21."
"A importância do livro no Brasil do século 21"
Cheguei! Pousei, cansada, da árdua jornada, no século XXI.
Passei por um turbilhão de fases, etapas amarelecidas pelo tempo, mas vivas e cálidas lembranças que aquecem o coração e trazem brilho ao olhar.
Velha mestra, com recursos escassos, meio que perdida num mundo de tecnologia, computadores, celulares, eletrônica, tudo eletrônico... Nesse mundo robótico que antes era só ficção, relembro, com saudade, minha pequenina escola. Com sementes germinando em potinhos nas janelas e outras sementinhas, as do saber, germinando mais lentamente nas cabecinhas.
Um pontinho no Brasil. Pequenino ponto formado por brasileirinhos, formando cidadãos que fossem ativos em suas comunidades.
Material didático? Coisa pouca, quase nada. Nossa janela para o mundo: Os livros!
Apaixonada pela literatura, instigava, aguçava a curiosidade, motivava meus pequeninos com idéias mais voltadas para o trabalho rural, que por páginas e páginas, que a custo assimilavam.
Nunca desanimei, ainda hoje, com netinhos “vovó faz arte” para deixar de herança o amor pelos livros, com gravuras, com pequenos textos, passos iniciais rumo ao mundo fantástico da leitura.
Existe a tentativa de fazer de mim, senão uma campeã, pelo menos participante de jogos modernos em compensação argumento: Não, não é como na televisão, não tem que se apertar botão algum. Apenas um lugarzinho sossegado, uma hora bem escolhida e lá vamos nós...
Atravessar desertos e florestas, visitar pequenos sítios de antigas fazendas para encontrar, quem sabe, Ceci e Peri; navegar em mares bravios, praias de areias brancas. Ser herói, bandido, astronauta, menino maluquinho, andar descalça nas areias dos capitães, ajudar o Pequeno Príncipe com as raízes de baobás, viajar em Rosinha, aquela canoa. Compreendendo as mensagens, às vezes cruéis, dos adultos para repassar os belos contos infantis aos pequeninos...
Ah! Viagens empolgantes dentro das palavras, enigmas a serem resolvidos dentro de contextos, amores contidos em frases.
Nada que a tecnologia alcançou pode superar o prazer de ler.
Não é infelizmente na realidade prazeroso a todos. Avançamos tanto que lemos porque somos obrigados por currículos.
Crianças cada vez mais longe dos livros, mais perto dos botões que dão pronto raciocínio.
Não é, nunca será o livro substituído, utopia, talvez, mais nada, nada mesmo, pode causar a sensação de descoberta, do entender o sentido, interpretar cada qual a seu modo, o que alguém escreveu e se lê.
E fica. Sem disquetes, na memória, memória mesmo que existe e não é computadorizada. Fica e ajuda a compreender o mundo. A enxergar melhor, com mais clareza o que temos no presente e o que nos reserva o futuro.
Que será dos brasileirinhos do século XXI, longe dos livros. Acho que, talvez, eu seja apenas um pontinho final (.) lutando com teclas, controles e botões. Mas não vou desistir... Que venha o século XXII! Quem sabe até lá o homem cibernético retorne a sua condição de Homo Sapiens? Afinal “o objeto da História é por natureza o homem”, segundo Marc Bloch.
Quem sabe até o livro volte a ter sua importância conquistada e merecida.
Lucilia dos Santos Alves
sábado, fevereiro 03, 2007
Acabou meu período ausente, e eis que chego e recebo da amiga Monique, que recebeu da amiga Manu, esse presente que é participar desse site:terça-feira, janeiro 16, 2007

É tamanha a dependência que todo ser vivo tem das ÁRVORES que é impossível pensar em vida sem esses organismos também vivos.
Calendário Ecológico
11 de janeiro - Dia do Controle da Poluição por Agrotóxicos
22 de fevereiro - Dia da Criação do Ibama
21 de março - Dia Florestal Mundial
22 de março - Dia Mundial da Água
15 de abril - Dia Nacional da Conservação do Solo
3 de maio - Dia do Solo
27 de maio - Dia Nacional da Mata Atlântica
5 de junho - Dia Mundial da Ecologia e do Meio Ambiente
17 de julho - Dia de Proteção às Florestas
6 de agosto - Dia do Ar
14 de agosto - Dia de Combate a Poluição
21 de setembro - Dia da Árvore
22 de setembro - Dia Nacional da Fauna
7 de dezembro - Dia Nacional do Pau-Brasil
*Essa publicação não faz referências diretas ao município de São José de Ubá. Apenas nas atuais circunstâncias é um assunto que merece e precisa ser exposto ;)
domingo, janeiro 07, 2007
Na falta de conhecimento em escrever sobre essa cultura: FOLIA DE REIS, fiz uso da tradicional forma, existente hoje, de, também, aprender que é através da pesquisa virtual.
FOLIA DE REIS: is um festejo de origem portuguesa e ligado às comemorações do culto católico do Natal que, trazidos para o Brasil, mantém-se vivo nas manifestações folclóricas de muitas cidades, sobretudo da região Nordeste.Fixando o nascimento de Jesus Cristo a 25 de dezembro, marcou-se a data da visitação dos Reis Magos como sendo o dia 6 de janeiro.
Como forma de festejar os eventos natalinos, as casas eram visitadas por grupos que tocavam músicas alegres, em nome dos "Santos Reis". Esta tradição, oriunda de Portugal, ganhou força no Brasil do século XIX, mantendo-se viva em muitos lugares, sobretudo nas pequenas cidades dos estados da Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Rio Grande do Norte, etc.
Cada grupo, chamado em alguns lugares de Terno de Reis, é composto de músicos - onde os instrumentos são em sua maioria de confecção caseira, como o reco-reco, tambores, flautas de pífaro e outros - dançarinos, cantores e um líder. As canções, a maioria com temas religiosos, realizam o ritual da visitação onde na verdade o propósito, ao contrário dos Reis da tradição, não é o de levar presentes, mas de recebê-los.
Estes presentes vêm, pelo dono da casa premiada com a visita, em bebidas, dinheiro para a manutenção do grupo, ou mesmo das comidas natalinas.
Um componente, entretanto, permanece imutável: a canção de chegada, onde o líder pede permissão ao dono da casa para entrar, e a canção da despedida, onde o Terno agradece a acolhida e se despede.
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Segundo a opinião do meu amigo, padre Valdemir, ao ver essa fotografia, abaixo, onde estou acompanhada com o folião, ele a classificou como: os gêmeos. Na opinião dele o significado dos "gêmeos" se deve ao meu vestido está semelhante ao vestimento do folião. Será?
Para os que sentem saudades desse amigo ubaense, Ivanuel Verdan (Bu), eu e Monique não perdemos a oportunidade de registrar a presença dele na nossa cidade ... Presença essa que raramente vem acontecendo.
Com a sorte de acordar bem cedo tive a satisfação de registrar a despedida desses foliões :)
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CULTURA PARA TODOS
PAZ E BEM



