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domingo, outubro 15, 2006

São José de Ubá recebeu cristãos de todo o Noroeste Fluminense nesse domingo (15/10) para um encontro em homenagem a Virgem Maria. A frase da faixa na fotografia abaixo:
Amemos uns aos outros, pois cidade de Deus é cidade de Irmãos
As imagens nessa publicação mostra por si o quanto a FÉ é SOBERANA na vida de muitos...
...e o quanto a frase da faixa é intensamente verdadeira.

quinta-feira, outubro 12, 2006

12 DE OUTUBRO - DIA DE NOSSA SENHORA APARECIDA
Em São José de Ubá a comemoração é feita com a já tradicional
cavalgada pelas ruas da cidade, seguindo para a zona rural onde todos os caveleiros e amazonas são aguardados com um delicioso almoço preparado, carinhosamente, pela comunidade.São pessoas que, verdadeiramente, acreditam nessa MÃE protetora, milagrosa, presente em todos os momentos.É lindo quando esse pessoal vai passando com sua fé tão visível aos olhos humano.Não importa o sacríficio, o que para todas essas pessoas importa é a FÉ que alimenta suas almas.
Dessa forma o povo ubaense demonstra a sua
FÉ EM NOSSA SENHORA APARECIDA.
É uma pena não poder deixar aqui, também, o som dessa, linda, cavalgada.
Não podendo esquecer que para essa cavalgada a cidade recebe cavaleiros e amazonas vindos de outros municípios para estar presente a essa homenagem.

sexta-feira, outubro 06, 2006

quinta-feira, outubro 05, 2006

Monique e ManuelaEu, Sandra, muita tristeza por não ter feito parte dessa fotografia :´( :´(
Mas o que será que fizeram essas duas sábado inteiro no clube?

Monique e Manuela

Indiscutível: Duas pessoas lindas, maravilhosas, incomparáveis, por certo amadas por muitos

PS: Eu, Sandra, estou fazendo publicação em blog... E onde será que estará Monique e Manuela em um momento desse?

Sandra, Monique e Margareth

História que precisa ficar registrada.
Eis que Sandra, Monique, Margareth e algumas outras pessoas estavam no clube. Foi feito um arroz e uma carne ensopadinha deliciosa. Sandra comeu e, como numa grande maioria das vezes, arrumou alguma desculpa e foi embora para seu cantinho. A desculpa dessa vez foi que estava ventando muito :O
Pois ocorre que Sandra estava em seu ninho concentrada no debate dos candidatos a presidência da república quando seu telefone toca e ela ao atender escuta um som muito alto e a voz da Margareth a gritar:
- Sandra, aparece com a cara na janela.
Sandra sem entender o porque de Margareth está com voz em um volume tão alto, ainda tenta dialogar pelo telefone.
Sandra diz: - O que está acontecendo?
Margareth não lhe dar satisfação e mantêm as mesmas palavras: - Aparece a cara na janela.
Foi aí que aconteceu toda a cena:
Monique e Margareth chegam de carro (24h) em frente a casa da Sandra (como elas conseguiram descer o imenso morro do clube do jeito que estavam... :O – vá se saber!)
Nesse ponto descem do carro e cantam, acompanhando o som que estava no volume máximo dentro do carro essa música:


No meio da conversa, de um caso terminando
Um fala, o outro escuta e os olhos vão chorando
A lógica de tudo é o desamor que chega
Depois que um descobre que o outro não se entrega
Quem vai sair arruma as coisas, põe na mala
Enquanto o outro fuma um cigarro na sala
O coração, palhaço, começa a bater forte
Quem fica não deseja que o outro tenha sorte

Longe um do outro, a vida é toda errada
O homem não se importa com a roupa amarrotada
E a mulher em crise quantas vezes chora
A dor de ter perdido um grande amor que foi embora!

Mas quando vem a volta, o homem se arruma
Faz barba, lava o carro, se banha, se perfuma
E liga pro amigo, que tanto lhe deu força
Jura, nunca mais vai perder essa moça
E a mulher se abraça à mãe, diz obrigada
Põe aquela roupa que agrada o seu amado
E passa a tarde toda cuidando da beleza
Jantar à luz de velas e amor de sobremesa

E perto um do outro, a vida é diferente
A solidão dá espaço pro amor que estava ausente
Quem olha não tem jeito de duvidar agora
Da força da paixão que tem dois corações e uma história



Eis que Sandra ao ver aquela cena sai correndo para achar alguma máquina para registrar as duas cantando e dançando em sua calçada. Sandra não acha máquina e a p... do celular que podia registrar, também, totalmente desligado por falta de bateria.

Considerações finais:
Na vida o que vale a pena são esses pequenos momentos: simples, engraçado, autêntico... Cada um com seu próprio jeito de ser e no entanto convivendo com respeito, alegrias...


Maria Alice
Vejo essa menina e me vem um vontade de morderrrrrrrrrrrr, apertar essas bochechasssssss... Que delícia!!
Vovó coruja e lindona, Margarida, com a sua netinha, Maria Alice, que me dá vontade de morderrrrrrrr
Fogo no morro próximo ao Ubá Campestre ClubeEnquanto os rapazes estavam nervosos para salvar os canos que passam a água para o clube, como, eu, não tinha o que fazer, fui tirar fotografia do fogo. Apenas me lembraram que existe "cobras" no mato e que por certo estavam fugindo do fogo e por certo iam vir na minha direção... O juízo entrou na minha cabeça, nem precisa dizer que ficou apenas nessas fotinhas :O :)
Notificação ;)
Sobre a publicação neste blog:
Conhecendo, um pouco, São José de Ubá-RJ (partes: I e II)
Ao ler este trabalho feito por pessoas idôneas da sociedade achei interessante e deixo, aqui, publicado.
Qualquer acréscimo, a dados do município, por certo seria ótimo.
A Bibliografia mencionada:
História e perspectiva de São José de Ubá. Edição e Distribuição da Casa da Cultura
Documentos sobre São José de Ubá
Depoimentos da população ubaense
Jornais: A Folha, Correio Fluminense e O Globo

Abrs e Bjos dessa amiga, Sandra
Conhecendo, um pouco, a cidade São José de Ubá-RJ
Parte IISão José de Ubá se destacou em um tipo de agricultura:
o plantio do tomate

Com isso seus habitantes passaram a ter o costume de dizer que mora na terra do tomateE essa mudança ocorreu da seguinte forma:

Até 1960, o desenvolvimento desta terra se deu pelo cultivo de variados produtos como: o café, cana-de-açúcar, feijão, algodão e milho. A partir desta data, iniciou-se o plantio de tomate que se expandiu e transformou a nossa economia, principalmente.

E como este produto é escoado?

Em 13 de abril de 1978, foi construída em São José de Ubá no governo de Floriano Faria Lima, uma representativa obra, a CEASA (mercado do produtor noroeste fluminense).

Atualmente, São José de Ubá ocupa o 1º lugar na produção do tomate no Estado do Rio de Janeiro.


PS: Jamais esquecer de lavar, muito, bem tomates antes do consumo ;)

Conhecendo, um pouco, a cidade São José de Ubá-RJ
PARTE I
SÃO JOSÉ DE UBÁ
Que lugar é esse?
Origem
São José de Ubá foi habitado pelos índios puris, os quais possuíam aqui vários aldeamentos.
Conhecida no final do século XIX como rancho dos ubás.
Abrigava os tropeiros vindos, na sua maioria, de Minas Gerais. Eles pernoitavam à sombra dos ubás (ubás são plantas nativas da região que se assemelhavam com os pendões da cana-de-açúcar e são usadas para a confecção de gaiolas, balaios e cestos) e partiam para os seus respectivos destinos ao amanhecer.
Provavelmente desbravada por bandeirantes, podendo ser citado Cândido Martins Esteves que por aqui passou por volta de 1845.
Das terras de São José de Ubá, o mais antigo proprietário de que se tem notícia é Firmino Moreira Ramos (1886). Mais tarde, essas terras foram passadas para José Bastos Neto (Juca Neto), que, posteriormente, doou parte delas a São José que era padroeiro de uma pequena capela da localidade. Os tropeiros referiam-se a esta vila como São José dos Ubás, mais tarde São José de Ubá.
Onde fica?
São José de Ubá está localizado no Noroeste do Estado do Rio de Janeiro
O município limita-se:
Ao Norte e Leste, com o município de Itaperuna;
Ao Sul e Sudeste, com o município de Cambuci;
A Oeste, com o município de Miracema;
A Sudoeste com o município de Santo Antônio de Pádua.
Sua área:
São José de Ubá tem uma área de 249km/2 e uma população de 5.922 habitantes (senso IBGE/1996)

Principais Eventos:
Março: Exposição Agropecuária
Abril: Festa do Templo Batista
Maio: Festa da cidade (religiosa)
Junho: Festas Juninas realizadas pelas comunidades e colégios
Julho: Festa do Ubaense Ausente
Agosto: Festa do Tomate
Dezembro: Festa de Emancipação da cidade com a já conhecida Missa das Famílias
Sobre os habitantes:
As pessoas que nascem em São José de Ubá são chamadas de ubaenses.
Quem são os ubaenses?
O povo ubaense é um povo acolhedor, pacífico, amigo e trabalhador. Setenta (70%) da população ubaense acha-se concentrada na zona rural (Água Limpa, Barro Branco, Boa Mente, Brejo, Cachoeira Alta, Cambiocó, Campo Grande, Cascata, Colosso, Cruz da Moça, Jenipapo, Gouveia, Inveja, Mangueira, Mavorte, Monteiro, Panelão, Paredão, Ponte Preta, Prosperidade, Recreio, Valão da Serra, Valão dos Porcos e Vargem Alegre) onde toda família trabalha propiciando assim melhores condições de vida.
CULTURA
Algumas formas de falar, e seu significado, do povo ubaense:
Quem tem tempo faz colher de pau e borda o cabo
Significa: pessoas desocupadas
Besteirinhas
Significa: grampos de cabelo
Pelejar
Significa: lutar, relembra a peleja que é uma coberta pequena que não dá para duas pessoas se cobrirem
Quebranti ou mal olhado
Significa: olhar invejoso que desencadeia atrofiamento
Letra
Significa: nota promissória, duplicata
Levou peru
Significa: homem/mulher que se recusa a uma dança
Prosear
Significa: jogar conversa fora
Pé d´água
Significa: muita chuva
Vai cair um toró
Significa: que vai chover muito
Vai pastar
Significa: vai fazer outra coisa, deixar de amolar
Vai plantar fava
Significa: vai fazer outra coisa
Chá de cadeira
Significa: esperar muito tempo
Deus é pai, não é padastro
Significa: Deus é sempre misericordioso.

COMIDAS TÍPICA:

Doce de tomate, canjiquinha com costelinha de porco, broa, abobrinha verde batida, arroz carreteiro, doces em compotas, bolo de aipim, bolo de laranja, bolinho de mandioca, angu, tutu com molho de lingüiça e cebola, etc.

TRABALHOS ARTESANAIS QUE SE DESTACAM:

Crochês, marcas, pinturas (tecidos e porcelanas), tricot, doces caseiros, balaios, cestas, esteiras de taboa, vassoura de vasculhar casa de palha.

NÃO MUDA A TRADIÇÃO:

Enterros
Mesmo que a pessoa falecida more vizinha ao cemitério, ou sendo velada na capela mortuária (ao lado do cemitério) o cortejo do enterro tem que percorrer as ruas principais da cidade como uma despedida e passar pela Rua da Gruta para depois ser enterrado.
Ao retirar o corpo do falecido (a) para o cortejo do enterro, todos os cômodos da casa são varridos em direção à porta por onde saiu o caixão. A pessoa que primeiro segurar o caixão será também o último a segura-lo no momento de coloca-lo na sepultura. E dando continuidade a todo este ritual, cada pessoa que está próxima à cova deve jogar três punhados de terra em cima do caixão.
Quando morre alguém, as pessoas mais conhecidas pernoitam na casa do morto fazendo companhia aos familiares. Nesta ocasião são servidos: rosca, broa, pão, café, leite, etc.

Sistema: Caderneta

Temos, ainda, o costume de comprar fiado, usando a caderneta, nos açougues, nas padarias, nas farmácias, nas vendas demonstrando assim que o compromisso oral está acima de qualquer documento escrito.
No final do mês, ou no dia do pagamento o devedor vai ao local onde está devendo acertar a sua conta.