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quarta-feira, fevereiro 28, 2007

A festa para nossa, queridíssima ubaense, amiga Norma Lúcia (Norminha), não teve apenas o momento das "bagunceiras". Seguiu no decorrer de todo o dia (27-02) com o carinho de outros amigos que como nós reconhecem o valor desse ser humano maravilhoso.
Quando nos fazemos atentos a vida observamos com muita clareza que existe um espelho que reflete cada um em seu "eu" interior .
É lógico como cada um recebe aquilo que faz, que doa, que deseja ao próximo... E isto é visto pela vida que a pessoa vive.
Tem um ditado que diz mais ou menos assim: "quem tem, apenas, 1 verdadeiro amigo é dono de um tesouro!"
O que dizer de quem tem bem mais de "1 VERDADEIRO AMIGO" como NORMA LÚCIA?

terça-feira, fevereiro 27, 2007

O sonho não acabou!
Quem pensava que os "seresteiros (?)" iam desistir se equivocaram. Para quem não está acompanhando as publicações desde o ínicio, a explicação de "seresteiros" se encontra em algum lugar, "lá atrás", desse blog ;) :P
O que segurou o desenvolver das idéias, daqueles que, também, amam a alegria, passou. Que foi os festejos compromissados como: Natal, Ano Novo, Férias, Carnaval...
Então eis o primeiro momento, e esperemos muitos, de muitos risos.
Pegamos para começar nossa, queridíssima, amiga Norma Lúcia (Norminha) e o Matheus (Matheuzinho), que comemoram no mesmo dia seus aniversários (27-02).
Um simples e rápido relato...
Eis os participantes:
A Monique - fez a vez de motorista nos apanhando em casa ... Como também fez o cachorro quente, arrumou um queijo delicioso e o vinho (que acabou!).
A Leninha - ninguém havia dito para ela fazer algo então ela fez a presença.
O Gustavo - trouxe a viola e foi o violeiro.
A Sandra - "Eu" enchi as bolas :)
O acontecimento se fez às 24h pois nossa finalidade era sermos os primeiros a parabenizar nossos grandes AMIGOS.
As imagens explicam melhor...


Alguém presenciou esse pessoal, acima, passando, pelas ruas da cidade?
Esses cachorrinhos quiseram acompanhar-nos para o festejo... Mas a Monique deixou eles para trás. Coitadinhos dos cachorrinhos!!!

A Norminha já estava dormindo...
Um detalhe muito importante: POR FAVOR, nunca façam comigo (Sandra) algo assim, se tiverem intenção de fazer me deixem avisada que irão me acordar no meio da noite, dentro do meu quarto fazendo bagunça...

A Norminha é um anjo, ser acordada da forma que foi e ainda assim "levantar nosso astral" :):):):)




FESTA COM ALEGRIA!




FESTA COM ALTO ASTRAL!
Outro detalhe, também, importante: eu (Sandra) sei que bebi quase... praticamente nada... Então quem bebeu aquele vinho todo?? Ahã :O




Partimos da casa da Norminha para a casa do Matheuzinho (para quem não sabe, é filho da Leninha)... Ele também estava em seu sono angelical... Depois de acordá-lo, fazendo muita bagunça, pedimos humildemente desculpas... Ele desculpou! Como disse a Monique, isso era importante dizer no blog...
QUE FOMOS DESCULPADOS! ;)
Outras coisas ditas ficará guardada nos nossos corações para sempre.






Agora eis a questão: Entre os quatro acima (Norminha, Gustavo, Sandra e Matheus) tem quem sabe tocar, de verdade, violão e tem quem não sabe nada. Quem sabe? Quem não sabe?
Consideração final:
FELICIDADES SEMPRE NORMA LÚCIA E MATHEUS! QUE DEUS NOS FAVOREÇA COM ESSA PRESENÇA MARAVILHOSA DE VOCÊS POR MUITOS E MUITOS ANOS.
BEIJOS DESSA AMIGA, SANDRA VALERIOTE
PS: Olá meninas... "ficou bonitinho"? :P :):):):):):):)







sábado, fevereiro 24, 2007

A professora Lucilia dos Santos Alves representando nosso município, São José de Ubá, com muita dignidade na ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS - ABL





Vou usar essa publicação onde o assunto em questão foi um destaque a literatura, que envolve educação, para deixar um "ponto de vista pessoal" sobre um assunto muito em destaque: PAZ.
Existe um velho ditado que diz: “pedir Deus deixou, dá quem quer”. E, em dias atuais, a paz vem sendo "muito" solicitada pelo ser humano ... “precisamos de paz!”... “queremos paz!”... “justiça para que se tenha paz!”
De volta ao ditado acima: esse pedido de paz está sendo feito a quem? Seria a uma classe que foi excluída, esquecida? Será que esse pedido de paz está sendo feito a um homem, hoje já feito, mas que um dia foi uma criança abandonada, mal tratada, que não teve oportunidade alguma para estar no meio da sociedade dita justa? Usar como desculpa pobreza, exclusão social ou seja lá qual outra situação seja é justificativa para se formar violência? Para muitos não, mas pelo que estamos acompanhando no dia a dia muitos se entregam ao lado mal da vida. E em suma uma das grandes desculpa/justificativa de atos de violência é a pobreza acompanhada da exclusão social.
Pois bem, recebo por e-mail diversos pedidos de paz, através de textos sofridos, imagens marcantes, correntes (fala sério... tão de corrente é...). Tem algumas coisas que num momento parece mexer com o lado emocional que acabo até fazendo o mesmo sem pensar e repasso. Mas daí vem ao pensamento: "o que adianta pedir paz aos nossos amigos? Ao menos eu não tenho amigos que vivam mal... O máximo que pode haver na vida dos meus amigos são problemas normais que acontece na vida de todos. A personalidade, dos meus amigos, já estão formada, e dentro dessas personalidades o conhecimento de que existem “regras” para o convívio social.
Acabo de completar 35 anos, e quando penso na minha infância parece que a vivi séculos passado. Não me lembro de ter visto ninguém pedindo paz na minha época de criança, de adolescente. Me lembro é que existiam ATITUDES que aconteciam dentro da minha casa (pelos meus pais), como também na dos meus amigos, dentro da minha escola (pelo diretor, professores, secretários, faxineiros – TODOS ERAM RESPEITADOS), atitudes na sociedade ... Era assim: As pessoas não pediam, elas agiam.
Coitados de nós se fizéssemos algo, errado, na escola e o professor enviasse um bilhetinho aos pais. Agora fico espantada quando converso com algum professor e ele diz: - coitados de nós se enviarmos um bilhetinho aos pais.
Os filhos parecem estar ganhando um poder de que: eu sou o melhor, eu posso tudo... Mas acontece que os filhos são os melhores e podem tudo com os pais (sem generalização), com a sociedade não. E é com a sociedade que será o convívio desses filhos na vida adulta (Ninguém é melhor ou pode tudo! - é onde entra o professor que vai colaborar em muito levando as nossas crianças ao convívio social - Então: RESPEITO AO PROFESSOR!). As nossas crianças de hoje, adultos das próximas décadas, também estarão passando pelo convívio com essas crianças que hoje não existem para a sociedade. Essas crianças, de hoje, excluídas, serão os adultos que, também, não terão “coração” no futuro. E o pedido continuará: "queremos paz!"... "precisamos de paz!" ... "justiça para que se tenha paz!".
Sem a EDUCAÇÃO “PARA TODOS” pedido de paz será sempre um movimento feito apenas para nós mesmos.
Como ensinar, hoje, a esses adultos marginalizados que existem “leis” para o convívio social? Sendo que quando crianças ninguém olhou por eles.
EDUCAÇÃO PARA TODOS HOJE... PAZ NO CONVÍVIO FUTURO DA PRÓXIMA GERAÇÃO.
Já ocorreu atos de violência, lamentáveis, em nossa comunidade. Qual lugar nunca passou por alguma situação difícil? Mas minha decisão de deixar essa publicação é pelo menino João.
Paz e Bem
Sandra Valeriote




segunda-feira, fevereiro 12, 2007

www.amazoniaparasempre.com.brProjetos como esse não precisariam existir...
É muito mais fácil conservar que recuperar. Mas o feito... feito estar. Agora é acreditar que o prejuízo causado pelas mãos de seres "racionais" será de alguma forma desfeito.
É importante o conhecimento de que toda grande mudança requer paciência, desgastes e em muitas mudanças até mesmo dor. Mas vale a pena acreditar, persistir, nem que seja para não vermos, nós mesmos, resultado final ...
São atitudes como essa, também, que faz a chama da fé não se apagar naqueles que ficam, naqueles que chegam.
EU ASSINEI!!! ;)
E VOCÊ? DEIXARÁ PASSAR ESSA OPORTUNIDADE DE FAZER PARTE DE UMA MUDANÇA PARA MELHOR NO SEU PLANETA?

Paz e Bem

terça-feira, fevereiro 06, 2007

São José de Ubá se destaca através do trabalho premiado da professora Lucilia dos Santos Alves.
O concurso realizado pela Academia Brasileira de Letras (ABL) recebeu 18.176 redações de professores de todos os estados brasileiro, cujo tema foi: "A importância do livro no Brasil do século 21".
Entre as 100 redações selecionadas temos a satisfação de ter a da, querida, professora Lucilia, de São José de Ubá-RJ. Que neste 07 de fevereiro de 2007 estará sendo recebida com os demais selecionados pela ABL, para receber, em mãos, a coletânea especial do concurso, com sua redação impressa.

...
Mudando o estilo de escrever porque não está combinando comigo :) :) :)
Pois bem, o negócio é esse o caso é esse...
A querida Lucilia é gente que amo! Pois é pessoa que não deixa a peteca cair, é pessoa que faz a diferença, é pessoa guerreira.
As dificuldades da vida? Ela (Lucilia) teve e tem muitas. Mas as dificuldades da sua vida não se transformaram e nem se transformam em muralha, angústias ou lamentações.
É prazeroso pensar e escrever sobre um ser humano como a Lucilia, ubaense de coração.
Caramba! Tudo é tão mais fácil quando a vida oferece confortos ... facilidades ...
Tudo é tão mais fácil quando as possibilidades para se ter cultura está acessível.
Mas e quando a pessoa (Lucilia) mora numa zona rural (no Brasil), é professora de crianças humildes, simples demais, não possui recursos cultural disponíveis, é esposa, é mãe, é responsável em cuidar das suas criações (porco, galinha, patos, gatos, cachorros...)????
E no entanto essa pessoa (Lucilia), hoje, trabalhando com artesanatos para acrescentar ao orçamento doméstico, madrugadas afora, se ocupa ao mesmo tempo em escrever sua redação, se preocupa em participar, tem em si o desejo de apresentar o seu ponto de vista de maneira digna.
Aos seus amados: esposo, filhas e netos creio que se exista a seguinte visão:
“De que são parte da vida de uma guerreira, que busca a diferença para melhor nessa vida. E, provavelmente, através dessa certeza sabem, os seus amados, o quanto foram abençoados nessa vida por Deus".
Então... Como não ter orgulho de uma professora assim? ... Uma esposa assim? ... Uma mãe assim? ... Uma avó assim? ... Uma cidadã assim???
O mundo precisa e merece mais “Personalidades Lucilia´s”.
Um acontecimento entre eu e ela...
Ela assumiu a banca de jornal da nossa cidade, São José de Ubá, então poucos dias atrás, voltando de uma viagem e ainda sem saber que a banca estava sob a direção dela, eu estava passando e fui chamada por ela para ser informada.
Eu até disse a ela: - não me vende nada porque to sem grana...rs
Pois bem, estávamos no meio da nossa conversa e ela disse algo que me fez rir pra caramba ... Mas, leitor, de coração eu disse a ela que ia escrever o que foi dito naquele dia aqui nesse blog, ela permitiu, mas não posso, não consigo ... mas eu ri muito rsrsrs.
Essa é a Lucilia: ALEGRIA!
Deixo essa pequena demonstração, através de imagens, dessa guerreira.

Lucilia e seus amados:
Esposo Waldemar - Filhas: Érica e Flávia - Netos: Jackeline, Felipe, José Jorge e Paulo Renato

Lucilia e seu mundo: "vovó faz arte" - criação de belíssimas peças artesanais.

Conseguimos presentear de uma forma muito bacana nossos parentes e amigos com peças feita por ela ... cada peça um toque especial, feita com muito carinho...

A você, querida, Lucilia deixo uma singela homenagem que são palavras ditas numa letra de música, que amo, acredito que combina demais com você.

Com carinho, Sandra Valeriote

"...penso que cumprir a vida seja simplesmente compreender a marcha e ir tocando em frente..."

"... cada um de nós compõe a sua estória ... cada ser em si carrega o dom de ser capaz e ser feliz..."

Fica aos leitores a redação feita pela professora Lucilia.

Redação esta que estará na coletânea: "A importância do livro no Brasil do século 21."

"A importância do livro no Brasil do século 21"

Cheguei! Pousei, cansada, da árdua jornada, no século XXI.
Passei por um turbilhão de fases, etapas amarelecidas pelo tempo, mas vivas e cálidas lembranças que aquecem o coração e trazem brilho ao olhar.
Velha mestra, com recursos escassos, meio que perdida num mundo de tecnologia, computadores, celulares, eletrônica, tudo eletrônico... Nesse mundo robótico que antes era só ficção, relembro, com saudade, minha pequenina escola. Com sementes germinando em potinhos nas janelas e outras sementinhas, as do saber, germinando mais lentamente nas cabecinhas.
Um pontinho no Brasil. Pequenino ponto formado por brasileirinhos, formando cidadãos que fossem ativos em suas comunidades.
Material didático? Coisa pouca, quase nada. Nossa janela para o mundo: Os livros!
Apaixonada pela literatura, instigava, aguçava a curiosidade, motivava meus pequeninos com idéias mais voltadas para o trabalho rural, que por páginas e páginas, que a custo assimilavam.
Nunca desanimei, ainda hoje, com netinhos “vovó faz arte” para deixar de herança o amor pelos livros, com gravuras, com pequenos textos, passos iniciais rumo ao mundo fantástico da leitura.
Existe a tentativa de fazer de mim, senão uma campeã, pelo menos participante de jogos modernos em compensação argumento: Não, não é como na televisão, não tem que se apertar botão algum. Apenas um lugarzinho sossegado, uma hora bem escolhida e lá vamos nós...
Atravessar desertos e florestas, visitar pequenos sítios de antigas fazendas para encontrar, quem sabe, Ceci e Peri; navegar em mares bravios, praias de areias brancas. Ser herói, bandido, astronauta, menino maluquinho, andar descalça nas areias dos capitães, ajudar o Pequeno Príncipe com as raízes de baobás, viajar em Rosinha, aquela canoa. Compreendendo as mensagens, às vezes cruéis, dos adultos para repassar os belos contos infantis aos pequeninos...
Ah! Viagens empolgantes dentro das palavras, enigmas a serem resolvidos dentro de contextos, amores contidos em frases.
Nada que a tecnologia alcançou pode superar o prazer de ler.
Não é infelizmente na realidade prazeroso a todos. Avançamos tanto que lemos porque somos obrigados por currículos.
Crianças cada vez mais longe dos livros, mais perto dos botões que dão pronto raciocínio.
Não é, nunca será o livro substituído, utopia, talvez, mais nada, nada mesmo, pode causar a sensação de descoberta, do entender o sentido, interpretar cada qual a seu modo, o que alguém escreveu e se lê.
E fica. Sem disquetes, na memória, memória mesmo que existe e não é computadorizada. Fica e ajuda a compreender o mundo. A enxergar melhor, com mais clareza o que temos no presente e o que nos reserva o futuro.
Que será dos brasileirinhos do século XXI, longe dos livros. Acho que, talvez, eu seja apenas um pontinho final (.) lutando com teclas, controles e botões. Mas não vou desistir... Que venha o século XXII! Quem sabe até lá o homem cibernético retorne a sua condição de Homo Sapiens? Afinal “o objeto da História é por natureza o homem”, segundo Marc Bloch.
Quem sabe até o livro volte a ter sua importância conquistada e merecida.
Lucilia dos Santos Alves

sábado, fevereiro 03, 2007

www.clickarvore.com.brAcabou meu período ausente, e eis que chego e recebo da amiga Monique, que recebeu da amiga Manu, esse presente que é participar desse site:
Nesse momento surge a péssima, mas esperada, porque todos estão conscientes do que está acontecendo, notícia do triste "aquecimento global".
A estatística apresenta uns anos a frente para acontecer inúmeras perdas. Dentre as perdas por certo... talvez... a da raça humana. Merecidamente?
Bem, alguns estão por aí tentando, batalhando para fazer a diferença. Outros, de uma forma hipócrita, sabe que não estará vivendo o período e não se importa.
Aos que estão buscando fazer a diferença que a fé, a esperança, a força, não enfraqueça em nenhum momento...
A natureza não precisa e nem depende de nós. Nós é que precisamos e dependemos dela. De alguma forma a natureza encontra a sua maneira de se refazer.
É triste o saber que pode chegar o momento que para ela - "A NATUREZA"- se refazer precisará ter a raça humana extinta.
Nesse site www.clickarvore.com.br estamos plantando árvores todos os dias, é uma forma legal de se educar, se conscientizar e de fazer a diferença.
Esse site é uma dica para navegar, se fazer membro. ;)
Paz e Bem
Sandra Valeriote